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Como ter softwares integrados em sua empresa?

Como ter softwares integrados em sua empresa?

As plataformas digitais e o investimento em tecnologias vem modificando constantemente várias áreas produtivas, inclusive o setor da construção civil. Porém, isso não significa que as empresas tenham softwares integrados, fruto desses investimentos.

Pelo contrário, o mais comum é que sejam soluções pontuais direcionadas para setores específicos da empresa.

No entanto, essas ferramentas podem ser até prejudiciais quando não integradas. Por isso, existe uma demanda por plataformas que promovam a integração entre os setores e a capacidade de extração de informações estratégicas.

Neste texto você confere:

Por que apostar em softwares integrados?

Não é novidade dizer que os mais diferentes softwares existentes fazem muita diferença para uma empresa alcançar os seus objetivos nos mais variados setores.

Porém, um grande desafio surge a partir disso, a integração entre softwares. Uma vez que cada setor de uma empresa precisa trabalhar com uma plataforma.

Ou seja, com essa questão posta, as empresas de tecnologia da informação começaram a desenvolver outras técnicas e conceitos de softwares, com o intuito de fazer integrar esses sistemas. Assim, as empresas garantem eficiência na comunicação e geram mais resultados.

Em resumo, os benefícios dessa integração são os seguintes:

  • Redução de custos;
  • Diminuição da burocracia;
  • Eliminação de gargalos operacionais;
  • Diminuição do tempo de resposta à imprevistos;
  • Aumento da confiabilidade dos dados;
  • Criação de processos com mais comunicação entre seus colaboradores;
  • Melhora o alinhamento das estratégias operacionais.

A importância da integração entre softwares na Construção Civil

Considerando a complexidade de funções que englobam o setor da Construção Civil, como sempre falamos aqui, ter os benefícios citados acima postos em prática é uma excelente maneira de ter uma gestão eficiente.

Dessa forma, as construtoras podem alcançar ótimos resultados. Até porque, elas precisam de informações da organização considerando um âmbito geral.

É evidente que as plataformas digitais foram benéficas para o setor da construção civil, principalmente quando integram a cadeia produtiva.

Sendo assim, quando existe uma integração realizada de forma efetiva, é possível gerar uma previsão de receita automaticamente, após a venda de uma unidade de empreendimento, por exemplo. Isso, neste caso, graças a integração de ferramentas do financeiro e do comercial.

Na indústria da Construção Civil, um dos pontos mais reivindicados é a busca por um fluxo de trabalho otimizado e simples. Essas características representam a formação de um ambiente digital com ferramentas totalmente integradas.

A falta de confiabilidade é péssima, sobretudo, para esse setor. Por isso, as construtoras prezam pela conexão entre sistemas. Uma vez que os setores precisam trocar dados para aumentar a produtividade e reduzir conflitos e desinformação.

Além disso, as informações conseguem circular com mais agilidade, o que consequentemente melhora, também, a performance de cada serviço realizado.

Passo a passo para ter softwares integrados em sua empresa

Atualmente existem diversos suportes que podem ser utilizados pela equipe de TI, no intuito de colocar em prática essa comunicação.

Dessa forma, é preciso saber apostar em plataformas que tenham algumas características, como estar na nuvem e apostar na API (Application Programming Interface). Isso se configura em uma criação de interfaces de comunicação ainda mais simples e permite o aumento de escalabilidade dos recursos da empresa.

Sendo assim, com o sistema na nuvem, a segurança e a confiabilidade torna-se muito maior. Dessa maneira, o gestor faz os repasses automaticamente para cada usuário.

Já a Interface de Programação de Aplicativos ou APIs, que são as interfaces de comunicação entre os diferentes softwares, contribui agilizando a adaptação dos sistemas, promovendo assim, trocas de informações constantes.

Desse modo, as APIs definem os pontos de contato entre os programas. Ainda são usadas para que um aplicativo consiga entender instruções de uma outra ferramenta. Assim, ocorre a integração entre sistemas, além da construção de funções fora do app padrão.

Os aplicativos utilizam a interface para requerer informação e modificar os dados. Mas a sua implementação pode ser feita de forma simples. Ou seja, aumentando as funcionalidades do seu software e permitindo a criação de serviços com mais integração.

Algo que acontece com frequência é uma empresa querer se associar à produtos de outros desenvolvedores, e para isso cria APIs, considerando as vantagens do método:

  1. Facilidade: integra sistemas com banco de dados diferentes de forma rápida e simples, também permite troca de informação entre um sistema ERP e outra plataforma.
  2. Segurança de dados: apenas informações específicas de um sistema padrão se integram com outra plataforma.
  3. Controle de acessos: o programador acompanha os acessos do sistema interno do software, adquirindo informações que identificam quem, onde e quando acessou, o que evita fraudes no sistema.

Como fazer a melhor integração?

O uso do ERP é considerado uma maneira eficiente para que você possa integrar as diferentes áreas da sua empresa. Assim, a partir dessa solução, é possível gerir os setores de suprimento, comercial, financeiro, engenharia e qualquer outro que seja necessário.

Quando se utiliza apenas softwares de gestão de obra, existem certas limitações no processo, justamente porque eles não se integram com outros softwares. Então, ainda que sejam econômicos e eficientes, precisam de ajustes.

No entanto, existe uma maneira de solucionar essa questão:

O Sienge Platform funciona como uma espécie de evolução de um ERP, já que permite a conexão entre aplicativos de diferentes desenvolvedores.

Dessa maneira, a empresa consegue desenvolver e conectar os softwares que utiliza internamente com essa plataforma, garantindo uma gestão eficiente.

Sendo assim, no momento em que sua empresa escolhe usar o Sienge, o transformando em uma plataforma aberta a conexões com outros aplicativos e softwares, ela consequentemente, também escolhe ter diversas vantagens como:

  • Centralização dos dados da empresa em um só repositório;
  • Utilização do ERP de sua empresa como uma plataforma aberta a conexões;
  • Dados sincronizados com rapidez e segurança;
  • Informações devidamente trocada entre as aplicações com agilidade;
  • Redução dos custos com retrabalho;
  • Diminuição do trabalho manual;
  • Inserção e extração de dados do ERP, escalando e facilitando transações de todos os tipos.

São muitos os benefícios oferecidos por esse software de solução ERP. Clique aqui para saber mais sobre a plataforma e como ela facilita a integração entre os sistemas.

Por que e como criar relatórios customizados?

Por que e como criar relatórios customizados?

Vamos combinar que gerenciar um negócio não é uma tarefa fácil, não é mesmo?! Por isso, o uso de relatórios customizados e outras ferramentas são tão importantes, uma vez que permitem tomadas de decisões mais assertivas e seguras.

Sendo assim, a forma como os gestores avaliam as informações e indicadores, tendem a definir os rumos do gerenciamento.

Uma possibilidade interessante seria acompanhar esses dados através da criação de indicadores e gráficos próprios, a partir do uso de business intelligence em Planilhas e Excel como suporte de APIs (Interface de programação de aplicativo), além de diferentes fontes de dados.

Neste texto você confere:

O que são relatórios customizados?
Os benefícios do uso de relatórios customizados
A importância do Business Intelligence neste processo
Como produzir relatórios customizados

O que são relatórios customizados?

A produção de relatórios de desempenho, ou qualquer outro modelo deste tipo de documento tem como objetivo garantir que os stakeholders, ou seja, as pessoas envolvidas no projeto entendam as informações e consigam analisá-las. Porém nem sempre isso acontece.

É comum que existam dificuldades em interpretar essas informações, sobretudo porque os relatórios produzidos tendem a ser extensos e, consequentemente, improdutivos.

Dessa forma, é preciso recorrer a outros modelos de relatório que consigam incluir os KPIs (Key Performance Indicators) necessários, ao mesmo tempo que permita uma visualização clara dos números e resultados.

Pensando nisso, a proposta de customização torna-se interessante para otimizar o processo de análise das informações em diferentes setores.

Os benefícios do uso de relatórios customizados

Quando o gestor conhece bem os projetos do seu setor fica fácil criar esses relatórios adaptados, pensados para avaliar indicadores específicos, alcançando, assim, diversos benefícios para a empresa.

  • Avaliam os indicadores de forma mais assertiva, com o enfoque voltado paraquestões específicas;
  • Permite que as equipes consigam avaliar os resultados financeiros, além do desempenho e efetividade dos processos;
  • Contribui para uma avaliação de gestão de pessoas através de indicadores e metas;
  • Analisa o grau de produtividade das equipes por meio de elementos visuais;
  • Equipara dados de produtividade e financeiro, indicando os níveis de produtividade de cada setor da empresa;
  • Reduz os riscos da empresa, a partir de tomadas de decisão preventivas baseadas em dados customizados;
  • Pode diminuir o tempo de treinamento dos profissionais, uma vez que os dados
    do setor estão mais claros;
  • O foco no desempenho permite maior alinhamento entre os setores da empresa, buscando atingir um único objetivo;
  • Identifica as principais oportunidades para a empresa.

A importância do Businees Intelligence neste processo

O Businesse Intelligence, ou BI, ou Inteligência de Negócios é justamente uma maneira de gerir uma empresa a partir de dados inteligentes, ou seja, vai muito além de uma ferramenta, sendo considerado um conceito.

A aplicação de relatórios customizados está inserida neste conceito, uma vez que essa é uma forma inteligente, estruturada e prática de conduzir as decisões baseadas em dados precisos. Dessa forma, esse é um BI indicado para nortear decisões importantes das empresas.

É importante ressaltar que os departamentos precisam de indicadores de BI específicos, variando ainda, de acordo com o tipo de gestão referenciada.

Além disso, cada setor empresarial necessita entender as especificidades do mercado. No caso da indústria da construção, existe um mercado extremamente competitivo, assim é preciso aprimorar os processos para obtenção, organização e visões estratégicas com a Inteligência de Negócio.

Como produzir relatórios customizados?

Agora que você já entende o que é e quais os benefícios da aplicação de relatórios customizados, é hora de saber como botar isso em prática.

Um passo importante para a criação de relatórios customizados é a contratação de um software ERP, capaz de realizar recursos personalizados, se adequando, assim, às necessidades do seu negócio. Ou seja, escolha um sistema que seja vantajoso para a sua empresa.

No tutorial produzido pelo SIENGE a customização dos relatórios se efetiva a partir de três macro etapas.

1. Coleta ou Extração de Dados

Considerando que os dados são a “matéria-prima” dos painéis de indicadores, a coleta ou extração de dados ocupa o espaço de principal atividade na tarefa de criação de relatórios customizáveis.

Alguns exemplos de dados que são gerados a partir de diferentes fontes são: Dados Sociais, Dados Corporativos e Dados de Dispositivos.

Os dados corporativos, presente em todo tipo de empresa em planilhas ou sistemas de gestão de diferentes departamentos, pode ser customizado através da busca por APIs em um sistema de gestão

O Sienge Plataforma, por exemplo, é um sistema de gestão que disponibiliza inúmeros tipos de APIs, que podem criar muitos relatórios customizáveis, podendo conectá-lo em qualquer outra API encontrada online. Por isso, é importante conferir na plataforma todas as possibilidades disponíveis.

Além disso, para utilizar as APIs você terá que realizar a autenticação para obter os dados de acesso. Também é preciso montar uma base URL e seguir outros passos importantes para que seja possível, assim, estabelecer filtros e conseguir acessar dados da resposta da API.

2. Organizar e estruturar os dados

A partir do momento que você teve acesso e coletou os dados, é preciso estruturar e organizar tudo nas planilhas para iniciar a criação dos relatórios. Isso é importante, inclusive quando você trabalha os dados direto do excel.

Para realizar essa estruturação é necessário criar um projeto no Microsoft Excel e conectá-lo à fonte de dados da API. O indicado é que essa fonte de dados seja um servidor da internet.

Ao visualizar os dados obtidos no centro da planilha, chega hora de preparar os dados coletados, convertendo em tabela.

3. Criar tabelas e gráficos dinâmicos

Chegou hora de utilizar os dados coletados de uma ou até mais fontes, para criar tabelas e gráficos dinâmicos no programa. Os próprios recursos do Excel ajudam a atualizar os dados. São muitas as possibilidades de relatórios e gráficos em que a tabela dinâmica pode ser montada.

O Gráfico dinâmico do Excel permite ainda atualização e sincronização de dados, ou seja, você pode montar a estrutura de dados e ao mesmo tempo a mantém atualizada, sem precisar refazer cada passo.

Após essa ação, basta utilizar o recurso de uma plataforma que possui Business Intelligence para criar os relatórios customizáveis.

Com o Sienge Plataforma você terá muitas possibilidades para produzir gráficos e relatórios utilizando as APIs do software, assim como em outras ferramentas para tratamentos de dados em BI, como o próprio Excel e o Google Data Studio.

Ficou interessado e pretende otimizar processos da sua empresa utilizando relatórios customizados. Então, entre em contato com os nossos consultores clicando aqui. 

Como fazer o fluxo de caixa na construção civil?

Como fazer o fluxo de caixa na construção civil?

Você sabe o que se deve fazer para ter um eficiente fluxo de caixa na construção civil? Realizar o fluxo de caixa é uma tarefa que exige muita atenção e cuidado, e no setor da construção isso se amplia, uma vez que é preciso lidar com muitos fatores de entrada e saída de dinheiro.

De modo geral, a saúde financeira de uma empresa também é resultado da execução bem feita dos mecanismos de gestão, incluindo aqui o fluxo de caixa. Por isso é importante dominar esse conceito, para saber fazer o uso correto da ferramenta.

Neste texto você irá saber:

Por que fazer o fluxo de caixa?

O Fluxo de caixa precisa existir porque sem ele fica muito mais difícil você ter o controle dos movimentos financeiros que acontecem na sua empresa. Por isso, é importante você entender antes de tudo a divisão entre presente ( o que se recebeu e foi pago) e futuro (as contas a pagar e a receber).

Algumas pessoas acreditam que basta uma operação comercial feita de maneira adequada para obter sucesso, no entanto, saber os resultados de entrada e saída da sua empresa também é muito importante.

Sendo assim, um dos pontos de atenção quando se lida com o fluxo de caixa, é sempre manter a sua atualização em tempo real, já que isso irá facilitar muito a tomada de decisão.

Assim, é possível ter um planejamento mais eficiente, uma vez que os pedidos de compras podem ser comparados com as condições e previsões de pagamento.

Outro ponto importante é a visualização e controle dos recebimentos a longo prazo, para evitar criar uma noção errada sobre o dinheiro que se tem em caixa.

Além disso, tanto as informações de recebimento quanto de pagamento, que são disponibilizadas, passam a ser registradas e atualizadas, ampliando a concepção das movimentações financeiras.

Porém, é importante lembrar que para conseguir obter tais benefícios com o uso do fluxo de caixa, você precisará monitorar constantemente as atividades que serão realizadas, considerando as previsões atuais e futuras, ou seja, os valores a pagar e a receber.

3 motivos para apostar no fluxo de caixa

  1. Histórico do mercado: Uma pesquisa do Sebrae aponta que mais da metade das empresas fecham dois anos após a sua inauguração. Isso é fruto, majoritariamente, da falta de planejamento e capacitação, pontos que se relacionam com a falta de visão a médio e longo prazo, ou seja, falta do fluxo de caixa.
  2. Contas a pagar: A falta de noção do dinheiro em caixa pode implicar em diversos problemas, como por exemplo, quando é preciso pagar uma conta em uma data específica. Se o dinheiro não é suficiente naquele momento, o atraso pode gerar juros e multas que prejudicam a empresa.
  3. O uso certeiro do dinheiro em caixa: Ter dinheiro sobrando não é sinônimo de alívio, porque o dinheiro precisa trabalhar a favor do negócio. Sendo assim, o melhor a se fazer é investir ou realizar uma aplicação financeira que permita render uma boa liquidez deste valor.

Portanto, para conseguir resultados satisfatórios com a saúde financeira do seu negócio, o uso do fluxo de caixa é essencial.

Assim para garantir que as contas fiquem em dia:

  • Atualize os números no painel de controle do fluxo constantemente;
  • Busque entender os conceitos de gestão e finanças, como o DFC e DRF;
  • Escolha um sistema de gestão de fluxo de caixa de qualidade.

Agora que você já sabe porque é importante trabalhar com ajuda do fluxo de caixa, é hora de entender as vantagens que esse recurso apresenta na construção civil.

A importância do fluxo de caixa na Construção Civil

O setor da construção civil apresenta certa complexidade em diferentes aspectos, uma vez que lida com muitos fornecedores, suprimentos e funcionários, e isso também tem impacto na parte de finanças. Por isso, majoritariamente, tudo que serve como facilitador deve ser estudado como possibilidade.

Essa é uma área que enfrenta desafios para manter a empresa competitiva, assim como para estabelecer projetos dinâmicos e equipes produtivas, o que permite respeitar os cronogramas e orçamentos que foram determinados.

Dessa forma, o fluxo de caixa pode contribuir muito na hora de fazer uma gestão de custos eficiente. Até porque, segundo pesquisas, o comercial, o financeiro e o operacional são três setores que apresentam grandes desafios na indústria da construção civil.

Ou seja, opte por fazer o fluxo de caixa na construção civil, evitando assim, imprevistos inconvenientes na execução e venda de projetos. Mas qual é a melhor maneira de fazer isso?

Os problemas de fazer o fluxo de caixa na construção civil de forma manual

Considerando as inúmeras possibilidades de entrada e saída de dinheiro na construção civil, sobretudo em um cenário com vários canteiros de obra, torna-se extremamente difícil analisar um número grande de planilhas, porque isso demanda muito tempo e poderia ocasionar erros.

Sendo assim, a ação apenas manual de fluxo de caixa na construção civil pode gerar problemas:

  • Fazer a busca de informações de previsão de receitas e despesas da empresa é uma ação que demanda tempo excessivo;
  • As informações tendem a se defasar, já que não é possível atualizar à realidade de cada canteiro de obra de forma constante;
  • Os valores podem ser alterados por algum dígito errado;
  • Conseguir avaliar a saúde financeira das obras e da companhia é desafiador, já que dados nem sempre estão organizados.
  • É quase impossível conseguir apoiar a alta direção da construtora ou incorporadora em decisões de tomada de investimento.

A automatização do fluxo de caixa

Se você pretende evitar os problemas citados acima, o negócio é investir em uma ferramenta que auxilia na realização do fluxo de caixa.

Existe a possibilidade de escolher utilizar um software que permite fazer a gestão de fluxo de caixa em tempo real, integrando financeiro, vendas e suprimentos.

Com a implementação e uso de um sistema ERP que é especializado em gestão de obras, você consegue ter um painel de gestão financeira verdadeiramente de ponta, permitindo uma visão completa do caixa da sua construtora ou incorporadora.

Dessa forma, torna-se possível ter uma visão ampla dos gastos e receitas, fazendo com que você efetue um bom planejamento e consequentemente reduza os seus custos e aumente a lucratividade.

Como escolher a melhor ferramenta?

Alguns pontos devem ser levados em consideração para escolher uma ferramenta que possibilite a realização do fluxo de caixa sem ocasionar problemas. Para isso, o software de gestão deve ter:

  1. Capacidade para se adaptar ao seu tipo de negócio, tendo a possibilidade ainda de permitir escolher a periodicidade do fluxo de caixa e desconsiderar as previsões de recebimento de clientes inadimplentes;
  2. Integração em tempo real das ações que podem impactar o seu fluxo de caixa é essencial para a gestão de obras;
  3. Mobilidade/Acesso móvel do canteiro de obras, permite que as mediações e trocas de informações sobre o consumo de material seja passada na hora por smartphone ou tablet;
  4. Rastreabilidade dos dados para evitar perda de tempo, verificar origem de lançamentos e ainda emitir relatórios detalhados dos títulos e contratos;
  5. Possibilidade de escolher a forma de visualização dos relatórios de fluxo, seja de uma empresa, obra ou para um plano de contas financeiros que tenha sido criado a partir de suas necessidades;
  6. Uso do fluxo de caixa para diferentes análises, podendo avaliar, assim, o impacto individual de cada obra, e ainda comparar o cronograma de desembolso da obra.
  7. Conhecimento da indústria da construção para facilitar o fluxo de caixa futuro que pode ajudar a viabilizar o estudo econômico de um empreendimento.
  8. Capacidade de fazer projeções, o que possibilita entender qual é a viabilidade econômica de uma obra antes de fechar um contrato, por exemplo.

Além dos pontos citados, na construção civil é importante considerar que a integração entre o escritório e o canteiro de obra também é primordial.

Ainda existem ferramentas, como o Sienge, que enviam relatórios por e-mail para que seja possível acompanhar o fluxo de caixa da empresa e entender se ela está trabalhando com aperto ou folga em certo período.

Os benefícios da assinatura digital na construção civil

Os benefícios da assinatura digital na construção civil

A assinatura digital é mais um passo das transformações que vem acontecendo em diversos setores empresariais, e na construção civil não poderia ser diferente, certo?!

É perceptível que a pandemia de COVID-19 e o isolamento social acelerou processos de digitalização em várias atividades, afinal agora não é uma questão de alternativa, às tecnologias digitais tornaram-se mais do que nunca necessárias. Na verdade, o digital é a solução em muitos aspectos.

Muitas pessoas podem ter se deparado com a necessidade de fazer uma assinatura digital nos últimos meses, no entanto nem todo mundo entende o que precisa ser feito.

Você, por exemplo, sabe qual a melhor forma de assinar um contrato, ou qualquer outro documento de forma segura, sem existência de um papel e de uma caneta?

A proposta aqui é justamente explicar a você como fazer uma assinatura digital com segurança.

Sendo assim, neste texto você confere:

Por que uma assinatura digital?

Assinar é um hábito que faz parte da nossa vida desde muito cedo, inicialmente por uma questão de aprendizado. Porém, com o passar do tempo essa ação se torna um ato ligado à responsabilidade e ao compromisso.

Por isso, é normal que exista uma tensão, um receio, um cuidado com relação ao que assinamos e, neste caso, como assinamos.

A assinatura digital é parte de um processo de adaptação das empresas ao desenvolvimento tecnológico e aos avanços dos meios digitais.

Atualmente, como foi exposto aqui, essa também é uma solução para assinar documentos em período de isolamento social.

Sendo assim, cada dia mais as empresas encontram formas de agilizar as tarefas e gastar menos tempo (e até dinheiro) para realizar um processo. Ou seja, buscam formas de fazer as operações técnicas e administrativas de maneiras mais eficientes e lucrativas.

Neste contexto, de inovação e transformação tecnológica, surgem os contratos digitais. Dessa forma, são ampliados tanto o alcance da empresa quanto a praticidade do consumidor.

O documento criado de forma digital, chamado de contrato online ou digital, pode ser criado a partir de um sistema de gestão em um software ERP, ferramenta que também permite a formulação de outros documentos eletrônicos, como orçamento, termo de adesão e muitos outros.

E qual é a melhor forma de tornar esses contratos seguros?

Justamente através da assinatura eletrônica ou digital é possível garantir segurança ao processo, uma vez que a autenticidade é garantida por recursos como senhas, token, SMS, voz, e-mail de confirmação, endereço de IP, geolocalização e foto do usuário.

Além disso, já existe validade jurídica para esse tipo de assinatura desde 2001, quando a MP 2.200-2/2001 foi criada, permitindo que documentos certificados pelo ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira) e outras empresas do setor privado fossem assinados digitalmente.

As diferenças entre assinatura digital e eletrônica

Se você reparar, ao longo do tópico acima foram citados os termos assinatura e digital e assinatura eletrônica. Sim, porque são coisas diferentes, em certa medida.

Ou melhor, para entender de forma clara, a assinatura digital é um subgênero da assinatura eletrônica, que por sua vez é o gênero, já que inclui diferentes formas de identificação de autoria de documentos elaborados eletronicamente.

Sendo assim, a assinatura digital é um tipo específico de assinatura eletrônica. Mas é importante destacar que ambas são válidas juridicamente.

De modo geral, o mais comum é que a assinatura eletrônica seja uma versão eletrônica de uma assinatura manual. Ou seja, ela é gerada através da grafia de uma assinatura na tela de um objeto.

Já quando é realizada uma assinatura digital é preciso que exista um processo que utiliza operações matemáticas baseadas em algoritmos de criptografia assimétrica, capaz de conferir segurança na autenticidade das documentações que serão usadas eletronicamente.

Para conseguir assinar digitalmente é preciso ter um certificado digital, que é primordial para fazer algumas ações como, por exemplo, a emissão de uma nota fiscal eletrônica.

Os benefícios da assinatura eletrônica

Tendo a compreensão de que os benefícios da assinatura eletrônica são válidos para todas as suas categorias, inclusive da assinatura digital, a seguir será apresentado as vantagens que esse método pode trazer para a sua empresa:

  1. Reduz os custos, já que as despesas com materiais de papelaria, impressora, toners, armazenamento e transporte deixam de acontecer;
  2. Otimiza o tempo e aumenta a produtividade, afinal em poucos minutos é possível enviar o documento e recebê-lo assinado;
  3. Evita o contato físico, medida importante em tempos de pandemia;
  4. Integra todos os dados, podendo armazenar na nuvem, o que facilita a segmentação e até mesmo ajuda a encontrar o documento quando preciso;
  5. Tem impacto na sustentabilidade, uma vez que a não utilização de papéis além de diminuir os custos, preserva o meio ambiente.

Uma vantagem mais específica da assinatura digital, é que a operação criptográfica permite validar a origem e integridade do documento. Além disso, o processo fica registrado e vinculado ao documento eletrônico, assim, caso alguma alteração seja feita, ele acaba sendo invalidado.

A importância da assinatura digital na construção civil

O mercado imobiliário e a indústria da construção civil precisam lidar diariamente com a assinatura de contratos e documentos. Como em outros segmentos de negócios, antes esse processo era feito manualmente.

A importância da assinatura digital na construção civil
A importância da assinatura digital na construção civil

Atualmente com as exigências que reforçam a necessidade de otimização dos processos, as empresas apostam cada vez mais em ações estratégicas com auxílio da tecnologia.

O contrato digital foi implantado e muito utilizado no Brasil, justamente para alcançar esse objetivo. Sendo assim, quando uma imobiliária precisa enviar um contrato de aluguel, o corretor consegue fazer isso em poucos cliques através do seu smartphone, notebook ou tablete.

Por esses mesmos aparelhos é possível que o locatário consiga ler o contrato e, posteriormente, também consiga fazer a sua assinatura digitalmente.

Considerando que nesse universo da construção e dos imóveis, as pessoas buscam investir em empreendimentos em qualquer lugar do mundo, o uso desses recursos acaba sendo mais do que uma facilidade e sim uma necessidade.

No setor da construção, o cumprimento de prazos é essencial para o sucesso de um projeto. Sendo assim, a assinatura digital, que permite realizar processos de assinar contratos de forma mais rápida e com menores custos, facilita a entrega de uma demanda na data correta.

Ferramentas

Ferramentas de assinatura digital
Ferramentas de assinatura digital

A assinatura digital é apenas um processo, entre muitos outros, que estão sendo digitalizados, por isso é importante integrar essa moldura que permite fazer esse tipo de assinatura a outros tipos de softwares, como em um CRM.

O Construtor de Vendas é um exemplo de CRM que possui uma plataforma de assinatura digital integrada, o DocuSign.

Assim, além de gerenciar os seus clientes, acompanhar as jornadas de compras e controlar as suas vendas, é possível acelerar alguns processos assinando contratos e documentos de forma digital. O sienge, por exemplo, também integrou ao seu sistema ERP, uma ferramenta de assinatura digital, a 1Doc.

Esse tipo de ferramenta permite, por exemplo, assinar digitalmente:

  • Propostas;
  • Contratos de venda/ aluguel/arrendamentos;
  • Documentos de serviços de saúde;
  • Autorizações;
  • Documentos financeiros e seguros;
  • Termos de responsabilidade.

Assim, para aproveitar as vantagens da assinatura eletrônica é preciso apostar em plataformas seguras que tenham se integrado aos principais players do mercado.

Enfim, de fato o que é preciso compreender, é que não existe evolução sem adaptação. A pedra, o papiro, o papel são evoluções inerentes à ação da escrita, agora nesse mundo digital que é uma realidade do século XXI novas soluções surgem todos os dias para facilitar a nossa vida em vários aspectos.

A automatização das tarefas através do uso de tecnologia, como é o caso da assinatura digital, configura em maior economia, segurança e praticidade. Se você ainda não utiliza esse recurso, está na hora de começar.

Gestão de compras na construção civil: saiba como controlar a cadeia suprimentos no setor

Gestão de compras na construção civil: saiba como controlar a cadeia suprimentos no setor

Você sabe dizer qual é a importância da gestão de compras e suprimentos na construção civil?

Considerando que os suprimentos são essenciais para o setor, é de extrema importância que ocorra uma organização para controlar essas cadeias obtendo resultados positivos ao final do processo da construção de uma obra.

Parte desse controle de suprimentos, envolve a realização da gestão de compras.

Neste texto você vai conferir:

O que é Gestão de compras?
Gestão de compras na construção civil
Cadeia de suprimentos no setor da construção
As funções da gestão de compras na construção civil
Uma gestão de compras eficiente na construção civil: como escolher as melhores ferramentas

O que é Gestão de Compras?

De maneira geral, a gestão de compras é uma estratégia que precisa ser adotada para garantir a lucratividade e reduzir os custos.

Neste processo, algumas atividades que fazem parte da gestão são: verificação das credenciais dos fornecedores, investigação da qualidade dos materiais comprados e conferência dos custos, além disso, é preciso garantir que a entrega do material seja feita no prazo.

Gestão de Compras na Construção Civil

Na indústria da construção civil a gestão de compras, que é parte da gestão de suprimentos, é uma área estratégica dentro da construtora.

Esse é um ponto essencial para o sucesso da obra, uma vez que nesse setor a compra de suprimentos acontece a todo instante. Sendo assim, investir em uma gestão de qualidade garante:

  • A otimização da logística;
  • Redução dos custos;
  • Redução dos resíduos que são gerados;
  • Uma relação melhor com fornecedores;
  • Ganho de qualidade à obra como um todo.

Cadeia de suprimentos no setor da construção

Foi abordado que a gestão de compras inclui os suprimentos, mas você pode questionar, o que são considerados suprimentos na indústria da construção?

Neste caso, é importante incluir aqui todo e qualquer elemento que é parte da atividade de fabricação.

Assim, a matéria-prima é um tipo de suprimento, os equipamentos e peças são outros tipos e até mesmo a mão de obra pode ser incluída nesta classificação.

Pensando nesses elementos é possível citar vários exemplos aqui, como:

  • Cimento;
  • Aço;
  • Areia;
  • Agregados;
  • Portas, janelas e esquadrias;
  • Revestimentos;
  • Argamassa;
  • Coberturas;
  • Fôrmas e escoramentos;
  • Tratores, gruas, guindastes e elevadores;
  • Tintas;
  • Operários;
  • Projetos;
  • Tubos e conexões.

Os suprimentos contribuem para a organização das demandas de materiais e serviços, podendo aumentar o ganho com determinada obra.

No entanto, mais do que saber o que pode ser classificado como suprimento, é preciso se atentar ao funcionamento da cadeia de suprimentos.

Nesse sentido, deve-se considerar que essa cadeia é também logística. Dessa forma, ela é representada por um grupo de fornecedores responsáveis pelo atendimento das demandas da linha de produção.

O fato é que a cadeia de suprimento interfere diretamente na atividade econômica da empresa, controlando aspectos que incluem os fluxos de informação, finanças, serviços e bens, além da própria relação que ocorre entre as empresas.

Existem algumas fases que indicam o funcionamento adequado da gestão de suprimentos:

  1. Planejamento de oferta e previsão de demanda;
  2. Seleção e relacionamento com fornecedores;
  3. Fabricação;
  4. Armazenamento;
  5. Entrega;
  6. Assistência técnica e atendimento ao cliente.

Para otimizar a cadeia de suprimento é importante: mapear e monitorar os processos, compartilhar o seu gerenciamento, automatizar as cotações, integrar as equipes, valorizar parcerias e aumentar a previsibilidade.

As funções da gestão de compras na construção civil

As funções da gestão de compras na construção civi
As funções da gestão de compras na construção civi

Como vimos até aqui, na construção civil a parte de gestão de compras, vista de uma maneira ampla é chamada de cadeia suprimentos, já que inclui questões específicas do setor.

Para realizar a função da melhor maneira possível é importante ficar atento, entender se está pagando muito caro por um material e se está conseguindo controlar os atrasos, custos, qualidade e satisfação do cliente.

Dessa maneira, as funções do setor de suprimentos englobam: 

  • Fazer a aquisição do material;
  • Controlar a qualidade dos materiais e equipamentos que entram na obra;
  •  Gerenciar os custos e o estoque, considerando a Curva ABC dos materiais;
  • Estabelecer a manutenção dos dados dos fornecedores cadastrados;
  • Inspecionar o desempenho do fornecedor tanto no que tange a qualidade quanto a entrega;
  • Organizar a logística de transporte e entrega, considerando a parte de documentação, segurança, insumos, datas e até o recebimento físico na obra;
  • Armazenar e controlar o estoque.

Mas para gerenciar e compreender todos esse processo é preciso medir o desempenho.

5 Indicadores para medir desempenho da cadeia de suprimentos e gestão de compras

Afinal, como saber se os resultados batem com o que foi estrategicamente planejado?

Uma solução para responder essa pergunta é a utilização de KPIs, os chamados indicadores-chave de performance, para medir o desempenho do setor.

Neste caso, você pode identificar os índices desejados a partir dos seguintes KPIs:

  1. Custos dos suprimentos: para ter controle dos valores;
  2. Evolução dos preços: ajuda a programar o melhor momento para realização de uma compra;
  3. Saving: mostra se houve economia ao comparar os preços orçados e realizados;
  4. Lead time: realiza o monitoramento do tempo que leva entre o momento do pedido de compra e o atendimento;
  5. Entrega no prazo: indica o comprometimento dos fornecedores e a eficiência na entrega.

Uma gestão de compras eficiente na construção civil

Agora que já foi exposto vários pontos importantes da gestão de compras e da cadeia de suprimentos na construção civil, é hora de saber como fazer tudo isso da maneira mais eficiente.

Esse setor influencia em todos os processos do canteiro de obra, e para ter controle sobre ele, é necessário investir em ferramentas de apoio como o software ERP.

Como escolher uma ferramenta com módulo de suprimento?

Melhores ferramentas para a gestão de compras na construção civil
Melhores ferramentas para a gestão de compras na construção civil

Para escolher um ERP com módulo de suprimento é preciso considerar algumas funções fundamentais:

  • Precisa ser 100% online;
  • Específico para o setor da construção civil;
  • Existir integração entre os módulos;
  • Oferecer suporte;
  • Estar na nuvem;
  • Integração com a BIM;
  • Gerar relatórios.

O Sienge é uma excelente opção de ferramenta para esse fim, já que mais de 50% do uso desse software pode ser aplicado na parte de gerenciamento dos suprimentos e também nas contas a pagar e a receber.

Além disso, o módulo de Suprimentos integra de maneira eficiente com o módulo de Engenharia, nas partes de Orçamento e Planejamento, e com o módulo Financeiro. Assim como, o processo de Compras é bem integrado com as Contratações e a parte de controle de estoque.

Sendo assim, o módulo de Suprimentos do Sienge tem como características:

  1. Automatizar o que se desdobra do planejamento, notificando os responsáveis pelo sistema;
  2. Agiliza o processo de aprovação, uma vez que o envio é feito de forma automática;
  3. Acelera a parte de cotações de preços a partir do Portal do Fornecedor;
  4. Possibilitar maior controle dos contratos, além da evolução dos serviços que são prestados a partir de medições, já que todas as informações estão no plano financeiro;
  5. Controla automaticamente os estoques.

Enfim, investir em uma plataforma desse tipo é uma forma de aumentar o potencial de lucratividade do seu empreendimento e fortalecer a organização do seu negócio em vários níveis, inclusive na gestão de compras.

O que é ERP e como esse sistema pode ajudar a sua empresa?

O que é ERP e como esse sistema pode ajudar a sua empresa?

Se você não sabe o que significa ERP, ou não entende exatamente como essa sigla de três letras pode ajudar a sua empresa, então esse conteúdo é para você.

Transparência, acesso fácil e integração são palavras que certamente ajudam a resumir e permitem a compreensão do que seria um ERP. O software pode tornar o sonho de qualquer gestor em realidade ao permitir que os colaboradores, do setor comercial, financeiro, marketing, qualidade e demais áreas existentes na empresa, possam se comunicar de forma mais eficiente. É hora de saber como isso funciona, sobretudo na indústria da construção, que é o foco desse conteúdo.

Neste texto você irá conferir os seguintes tópicos.

O que é um ERP?

O termo em inglês Enterprise Resource Planning é o nome que forma a sigla ERP, que quando traduzido para o português recebe o nome de Planejamento dos Recursos da Empresa. Em meio a traduções, o mais importante é entender justamente que essa ferramenta permite que todos os setores de uma empresa falem a mesma língua, a partir da centralização da informação em uma única plataforma. 

Assim, esse software de gestão é uma solução que precisa ser entendida pelos gestores para que favoreça uma decisão mais precisa, baseada em uma tecnologia que permite a análise de dados e processos.

Qual é a função e as vantagens de um software ERP?

Para que uma empresa funcione de maneira correta e alcance o sucesso planejado, uma série de fatores precisam estar alinhados e funcionando de forma eficiente, certo?! Um dos desafios mais frequentes são as falhas de comunicação. Quantas vezes você já não compreendeu um objetivo de outro setor, ou não conseguiu ter uma visão total das áreas da organização que você trabalha?

Tenho certeza que isso ocorre com frequência. Se questione sobre isso! Afinal, seria ótimo a existência de um software capaz de proporcionar uma maior integralização, e que além disso também possa ajudar com a análise dos resultados alcançados pela a sua empresa. 

O software ERP é justamente isso, um sistema de gestão integrado que proporciona um conjunto de soluções que são capazes de ajudar a empresa.

Funções e benefícios do software

  1. Otimizar os processos, os deixando mais fluídos.
  2. Aumentar a performance e produtividade.
  3. Diminuir o tempo e os custos dos processos operacionais, a partir da automatização das atividades.
  4. Controlar os recursos.
  5. Permitir que as informações fiquem mais transparentes para os usuários envolvidos.
  6. Reduzir os erros e retrabalhos.
  7. Melhorar o relacionamento com o cliente.
  8. Padronizar processos em diferentes áreas da empresa.
  9. Conduzir o processo do princípio ao fim do fluxo.
  10. Informar sobre as atualizações em tempo real, facilitando a tomada de decisão.
  11. Oferecer resultados, a partir de indicadores em processos finais, como por exemplo,  fluxo de caixa e conciliação bancária.

São muitas as facilidades resultantes deste momento de transformação que estamos vivenciando no mercado, como por exemplo, os serviços de nuvens e os softwares ERP. Atualmente, essas inovações permitem que uma única informação possa perpassar pela empresa de ponta a ponta. Poucas coisas são tão importantes quanto isso quando o objetivo é obter um resultado de sucesso.

Vantagens dos serviços de nuvens e os softwares ERP

Contudo, para alcançar tal sucesso, outro passo necessário é o fortalecimento da segurança do software, afinal todas as informações do seu negócio estarão na plataforma escolhida. Ou seja, ao inserir todos os processos dentro de um ciberespaço é importante também entender como manter a segurança da informação, optando por medidas que favoreçam tal seguridade.


Assim como em qualquer outra decisão tomada em sua empresa, o uso de um software ERP precisa de atenção. Dessa forma, criptografar os dados, implementar regras de controle de acesso, utilizar ferramentas de segurança e adotar links dedicados, são métodos que podem ser utilizados para auxiliar na proteção dos aspectos de segurança que se relacionam à acessibilidade dos dados.

 

Os principais módulos

Agora que você já sabe o que é um ERP, é importante entender que cada empresa possui uma necessidade que pode variar de acordo com a sua área de atuação, tamanho, setores e objetivos, por isso, um sistema de ERP completo inclui diferentes módulos que podem fazer parte de um modelo padrão ou indexado. Os principais são os seguintes:

  • Faturamento.
  • Financeiro.
  • Comercial.
  • Compras.
  • Estoque.
  • RH.
  • Contabilidade e fiscal.
  • Gerenciamento de projetos.
  • Produção.
  • Suporte às decisões.

Como é possível perceber cada um dos módulos irá ajudar em uma etapa do processo produtivo da sua empresa. Dessa forma, o módulo de RH ajuda na consolidação da parte de Gestão de Pessoas, o Comercial permite que você crie estratégias para uma venda mais assertivas, e assim por diante em cada um dos módulos.

Contudo, é importante entender que apesar de existir módulos que são comuns a parte majoritária das empresas, o mais interessante é investir em um software ERP personalizado que englobe e se direcione ao seu perfil de negócio. Assim, todas as soluções poderão ser igualmente personalizadas.

O gestor que valoriza essa flexibilidade na hora de escolher e apostar em uma plataforma ERP, certamente consegue solucionar suas demandas organizacionais de forma mais efetiva, reduzindo, assim, os gargalos do seu negócio.

ERP na Indústria da Construção

Em uma Indústria com demandas bem específicas como no caso dos setores da construção a escolha por um software totalmente voltado para as suas questões pode facilitar muito todos os processos.

ERP na Indústria da Construção

A Indústria da Construção tem como característica ter um número grande de informações que precisam ser compartilhadas com muitas áreas, quando isso não é administrado de uma forma correta os problemas aparecem constantemente. Desperdício de material, mão de obra cada vez mais cara, erro no processo de orçamentação e falha no planejamento, por exemplo, são alguns dos problemas que atrapalham a vida de muitos gestores dessa indústria. Portanto, será que um software que permite integração das informações não seria uma forma de solucionar essas questões?

Dessa forma, para escolher o melhor ERP para a sua construtora é importante estar atento à algumas características que podem oferecer os benefícios ideais para a sua construtora como: ser totalmente web, direcionado para a Indústria da Construção Civil, estar na nuvem, oferecer suporte, gerar relatórios úteis, integrar com o BIM, cruzar informações, ter integração com outras ferramentas de gestão, além de ter módulos específicos.

Os principais módulos de um ERP para a Indústria da Construção

Por ser um setor extremamente amplo e complexo as empresas da indústria da construção precisam ter como apoio uma ferramenta de gestão modular, para que possam responder às especificidades de cada empresa do ramo.

Os módulos de um software ERP para Indústria da Construção são construídos a partir de análises de construtoras, empresas de instalações elétricas e incorporadoras, o que inclui empresas que constroem e vendem prédios, além de construção de loteamentos, galpões industriais, entre outras. Ou seja, esse software precisa ter módulos diversificados. Alguns módulos importantes na Indústria da Construção são apontados como eficientes:

12 módulos ERP para a Indústria da Construção

  • Financeiro

Além de permitir uma comunicação alinhada e adequada sobre o dinheiro e as finanças de maneira geral, ajuda a compreender como estão sendo os resultados financeiros da empresa como um todo e de cada obra realizada. 

  • Comercial

Normalmente é utilizado para a venda dos imóveis, facilitando a prospecção de clientes, além do controle da carteira e do estoque.

  • Engenharia

Módulo essencial no planejamento, orçamento, acompanhamento e execução de obras.

  • Suprimentos

Essencial para o funcionamento da questão logística, gerenciando fluxos de compras, estoques e a contratação ou prestação de serviços.

  • Gestão da qualidade

Permite uma melhoria contínua na gestão da empresa de acordo com as suas normas de qualidade.

  • Contabilidade/Fiscal

Esse módulo é importante para agilizar a prestação de contas com o Fisco, resultando na redução de erros e multas por atraso.

  • Recursos Humanos

Inclui desde o recrutamento de novos colaboradores, até questões como a administração do pessoal em relação ao ponto eletrônico, cargos e salários.

  • Suporte à decisão

Módulo importante para análise dos dados, a partir de relatórios que possibilitam compreender a necessidade de serem tomadas ações preventivas ou corretivas.

  • Segurança

Garante acesso às informações somente para as pessoas responsáveis e ainda possibilita o agendamento de funções.

  • Gestão de Ativos

Ajuda na parte de gerenciamento dos bens patrimoniais da empresa, o que inclui, a frota de veículos e equipamentos em geral.

  • Aplicativos

Insere maior mobilidade melhorando os resultados da empresa. Ao possibilitar que uma ação possa ser realizada a partir de um smartphone, ela acaba se tornando muita mais prática e rápida.

  • Nota Fiscal Eletrônica

É utilizado para gerar o documento de uma maneira correta, evitando a ocorrência de multas e prejuízos desnecessários, o que facilita todo o uso de notas fiscais.

Sienge: software de planejamento de recursos para Indústria da Construção Civil

O primeiro ERP 100% web é totalmente customizado para a Indústria da Construção Civil. Sendo muito mais do que um sistema de gestão integrado, a plataforma do Sienge é um sistema de gestão que consegue trazer dinâmicas capazes de eliminar diversos tipos de retrabalhos. Ao automatizar várias tarefas e uma série de processos, a plataforma permite que você dedique o seu tempo como gestor para se dirigir às escolhas estratégicas da sua construtora.

Conheça mais sobre o Sienge, o ERP para Construção Civil. 

 

 

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