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Indicadores na Gestão de Obra: por que eles são tão importantes?

Indicadores na Gestão de Obra: por que eles são tão importantes?

Tudo que faz parte da construção civil possui uma dimensão muito grande. Por isso, os gestores precisam tomar muito cuidado para possibilitar a construção de um bom planejamento e ter o controle de gestão de alta performance.

Porém, para conseguir dimensionar tudo isso, serão necessários indicadores na gestão de obra, certo?!

A indústria da construção civil conta cada vez mais com diversas tecnologias, isso é evidente. Mas ainda assim, o setor é movido por pessoas, a partir de uma mão de obra muito manual e complexa.

Desse modo, a existência de variáveis na execução de diferentes profissionais é inevitável. Isso sem contar os imprevistos e falhas que podem afetar o planejamento.

Por isso, o controle da própria mão de obra, assim como dos fornecedores, orçamentos e cronogramas são essenciais para o sucesso de um projeto. Mas gerenciar e controlar isso tudo não é uma tarefa fácil. Sendo assim, uma forma de entender melhor o projeto é o monitoramento a partir de métricas.

Neste texto você confere:

Os KPIs da construção civil
Gestão de obra ou gestão de empresa?
Descentralização planejada da gestão é importante para obter indicadores na gestão de obra
Como se desenvolve o desempenho de alta performance?
4 aspectos importantes de indicadores na gestão de obra

Os KPIs da construção civil

Key Performance Indicators (KPIs), ou indicadores-chaves de desempenho é o nome dado a necessidade de encontrar métricas de performances, ou seja, a forma de medir algum aspecto do seu negócio. Assim, torna-se muito mais fácil determinar se as coisas estão fluindo como planejado.

Dessa maneira, você pode evitar desde pequenas falhas até grandes problemas. Mas como escolher essa métrica?

Se você gerencia um projeto na construção civil, você precisa saber o que precisa ser medido a fim de evitar frustrações no futuro. Uma KPI não serve necessariamente para qualquer projeto. Isso será determinado a partir da identificação de qual análise é uma necessidade para cada caso.

Para conseguir determinar essa chave com maior facilidade, você pode responder às seguintes perguntas:

Qual será o indicador?
Qual é o objetivo da análise?
Como será o procedimento para colher os dados?
Tem uma fórmula padrão do cálculo?
Com qual periodicidade deve ser realizado?
Quem será o responsável por essa análise?

Após responder essas questões, basta inserir os KPIs organicamente no processo para auxiliar na tomada de decisão do gestor da área. Assim, além de agilizar e otimizar essas escolhas, você saberá quais aspectos devem ser abordados em diálogo com os colaboradores.

Dessa maneira, você pode ter benefícios como aumento de obras executadas, gerenciadas e monitoradas, tudo isso seguindo uma gestão de alta performance. Ou seja, monitorar aspectos chave é essencial para o crescimento do seu negócio.

Diferenciar gestão de obra de gestão de empresas

Mas antes de monitorar tudo isso, existem questões básicas que precisam ser compreendidas e que muitas vezes passam despercebidas. Um exemplo disso é a diferenciação das gestões dentro de uma incorporadora ou construtora.

Porque é comum que as pessoas confundam a gestão de obra com a gestão da empresa como um todo. Porém, a gestão de obra é só um aspecto, muitíssimo importante, para o funcionamento da construtora.

Além da gestão de obra, a empresa precisa cuidar de toda a parte empresarial do negócio. Isso inclui o gerenciamento de marketing, contabilidade, pessoas e outros que variam de acordo com cada empresa.

Todas essas gestões precisam de indicadores específicos para serem monitorados, inclusive precisam existir indicadores na gestão de obra. Por isso, estabeleça esses números que devem ser acompanhados pelos gestores a fim de controlar as atividades no canteiro de obras.

Descentralização planejada da gestão é importante para obter indicadores na gestão de obra

É quase impossível para o gestor de obra ter controle de tudo que acontece no canteiro. Dessa maneira, um caminho para conseguir os resultados desejados é descentralizar a gestão.

Ou seja, quem gerencia o projeto deve planejar e estruturar a coordenação da obra contando com o auxílio de outros colaboradores.

Para conseguir que isso seja feito de maneira efetiva, a gestão precisa apostar no treinamento desses colaboradores. Além disso, deve existir um cuidado ao escolher os líderes e todo o processo de estruturação.

Assim, as atividades precisam ser detalhadas, os objetivos alinhados e as rotinas operacionais também precisam ser estabelecidas em reuniões.

Com mais pessoas controlando a obra torna-se muito mais fácil estabelecer e entender os indicadores da atividade do canteiro de obras. Até para entender como fazer essa descentralização, os indicadores são importantes.

Como se desenvolve o desempenho de alta performance?

Para alcançar performance com qualidade os indicadores também são essenciais. Isso porque quando você identifica os resultados e consegue mensurá-los, as chances de promover as melhorias de cada colaborador é muito maior.

Claro que para isso não basta os indicadores, precisa existir metas, a partir de um planejamento e de um cronograma bem elaborados. Assim, o controle dos resultados acontece de maneira natural.

Desse modo, tendo domínio do projeto e sabendo o que pretende-se alcançar, os gestores conseguem determinar os indicadores potencializando os aspectos positivos de cada um dos colaboradores do time que passa a trabalhar focado em melhorar a sua atuação.

4 aspectos importantes de indicadores na gestão de obra

A partir do que foi falado ao longo do texto, entende-se que os indicadores na gestão de obra são essenciais para melhorar seus resultados. No entanto, para colocar isso em prática no planejamento da empresa é importante estar atento a 4 pilares e indicadores.

  • Prazo: importante para medir o avanço físico da obra, a partir do percentual de planos cumpridos, que ajuda a avaliar e monitorar a execução do projeto de acordo com as metas;
  • Custo: para entender se o que está sendo gasto segue de acordo com o orçamento, o índice de desvio de custo é um KPI importante para medir o desempenho financeiro/econômico do projeto;
  • Qualidade: apesar de não ser tão exato, medir a qualidade do serviço é essencial. Para isso, busque entender o índice de satisfação do cliente e conferir o preenchimento das fichas de verificação de serviço, por exemplo;
  • Segurança: deve ser medida a partir do controle de taxa de acidentes, o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) e coletivo (EPC).

Além disso, é importante conferir se todos os profissionais realizaram os treinamentos necessários para colocar em prática as normas de segurança.

Atualmente a tecnologia pode auxiliar no controle de indicadores na gestão de obras, através de uma plataforma ERP, por exemplo. Para entender melhor sobre esse software entre em contato conosco aqui.

Como fazer uma boa gestão de obras online?

Como fazer uma boa gestão de obras online

A pandemia de COVID-19 colocou como uma obrigação a transformação de vários processos empresariais nos mais variados setores e negócios. A gestão de obras online certamente também se intensificou após esse período.

Agora, quando as coisas começam a se acalmar e muitas atividades começam a retomar as ações presenciais, fica a questão sobre quais foram as mudanças que podem ser incorporadas mesmo em cenário sem o isolamento social.

Afinal, muitas empresas irão manter o home office ou o modelo de trabalho híbrido mesmo com uma possível “normalização”. Isso deve acontecer, justamente pela percepção de que com os processos ocorrendo dessa maneira, alguns resultados positivos e até vantajosos aconteceram para as empresas.

No entanto, no setor da construção civil parece existir uma necessidade da gestão presencial, uma vez que as atividades do canteiro de obra são muito complexas. Mas, considerando todas as particularidades do setor, ainda existem formas de facilitar a gestão de obras online.

Por isso, neste texto será apresentado:

Por que optar por uma gestão de obra online?
A gestão de obras online exige cuidado…
Dicas para implantar a gestão de obra online

Por que optar por uma gestão de obra online?

Como foi falado acima na introdução, a pandemia acelerou muitos processos que facilitaram a possibilidade do trabalho remoto. Porém, a gestão de obras online e o home office não é apenas resultado da pandemia.

Quando o gerenciamento funciona bem de forma online, isso significa que a empresa caminha bem em várias frentes. Ou seja, que a comunicação está fluindo de forma eficaz, que existe confiança dos gestores na equipe e que as ferramentas adotadas são úteis e eficientes.

O problema maior é justamente alcançar esses pontos e ter uma estrutura adequada nas empresas, ainda que seja para o funcionamento presencial. Se a empresa não consegue fazer tudo isso funcionar no formato tradicional, provavelmente não vai ser a distância que tudo vai dar certo.

Quando um negócio estiver funcionando no modelo presencial, as alterações funcionam de forma suave. Dessa forma, quando é necessário mudar o modelo de trabalho, tudo se torna uma questão de adaptação mesmo.

No caso da gestão de obra, existe um trabalho que precisa ser presencial de qualquer modo. Mesmo quando a gerência é remota, alguns aspectos de vez em quando, precisam ser conferidos presencialmente. De todo modo, é possível propor uma gestão de obra remota eficiente.

Para isso, além de você precisar prestar atenção nas informações certas sobre o assunto, o importante é seguir dois pontos: criar um plano de ação e seguir na direção certa.

Simples? Não exatamente, mas com um trabalho bem organizado e planejado, tudo se torna mais fácil.

A gestão de obras online exige cuidado...

É importante levar em consideração que as ferramentas digitais e online já são parte da rotina de trabalho.

A comunicação via wpp é uma realidade em muitas empresas. Mas além dessa, existem outras plataformas que vão desde o tradicional e-mail aos softwares CRMs, espaços de coworking e escritórios virtuais mais modernos do mercado.

Ou seja, o presencial tem um papel necessário neste mercado, mas naturalmente o digital vai sendo prioridade dos gestores, justamente porque traz muitos benefícios, sobretudo, praticidade e otimização do tempo.

Assim, a visita ao canteiro de obras pode ser feita em momentos estratégicos e específicos. Isso significa que o trabalho será menor? Depende muito!

Quando o profissional sabe do seu papel e tem paciência, disciplina e treinamento, ele pode de fato otimizar o tempo e, consequentemente, ter um trabalho menor. Ou seja, isso também depende se a incorporadora está investindo no treinamento e qualificação dos colaboradores.

Dicas para implantar a gestão de obras online

Já falamos sobre os desafios e cuidados que a gestão de obra online exige. Agora é hora de anotar algumas dicas importantes, oferecidas pelos profissionais que produzem conteúdo para o sienge, sobre esse modelo de trabalho no setor da construção civil.

Independentemente do tamanho do seu negócio, os pilares descritos a seguir são essenciais para a estruturação da gestão de obras online.

1. Processos básicos organizados faz muita diferença

Os processos básicos de gestão e produção precisam estar funcionando para tudo seguir dessa mesma maneira no trabalho remoto.

Dessa forma, com tudo pronto e organizado, os colaboradores conseguem entender, apoiar e trazer os melhores resultados para os projetos e operações. Agora se não existir essa organização, os problemas ficarão ainda mais em destaque.

2.Colaboração e autonomia entre os colaboradores é essencial

Como não existe uma convivência diária é natural que as relações se estabeleçam de uma outra maneira. No entanto, a comunicação precisa ser constante para manter os objetivos alinhados entre todos.

Sendo assim, a comunicação com a equipe deve ser direta e ter muita clareza.

A confiança na equipe é outro ponto importante. Quando o gestor oferece autonomia, controlando apenas através das metas, o colaborador pode se sentir seguro e até responsável. Dessa maneira, as entregas podem ser melhores do que o esperado.

3.Uma plataforma de gestão faz a diferença

Não pense que a plataforma resolve tudo, porque não é bem assim. Mas certamente, ela torna a organização dos processos muito mais organizada, uma vez que tudo funciona de maneira automatizada.

Dessa forma, os processos são otimizados e a comunicação fica mais rápida e transparente, uma vez que todas as informações estão disponíveis aos colaboradores com um simples acesso. Além disso, existem outros benefícios que já falamos aqui.

4. Um plano de gestão de longo prazo é uma boa aposta

Pense em criar objetivos de gestão a longo prazo, pois os processos percorrem um longo caminho até se concretizarem, então evite esperar resultados imediatos. Lembre-se que os ajustes e reformulações também são parte da jornada.

Sendo assim, ao entender o caminho de cada etapa, você consegue direcionar seus objetivos tendo um foco específico. Para elaborar o plano a longo prazo durante a gestão de obra online, você deve considerar os seguintes aspectos:

  • Treinar os colaboradores;
  • Escolher, entender e se adaptar a uma plataforma de gestão;
  • Compreender quais são as necessidades do negócio;
  • Aderir e conectar os colaboradores aos métodos e ferramentas que surgem no processo.
  • Analisar e avaliar os resultados das ações tomadas.

Seguindo esses pontos é possível transformar o modo de gestão sem que ocorra uma mudança brusca. Além disso, você consegue otimizar os processos a partir de uma gestão mais focada em medir o progresso, identificar os erros e corrigi-los pontualmente.

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Por que contratar um seguro de obra?

Por que contratar um seguro de obra?

Quando pensamos no setor da construção civil é inevitável não pensar em riscos, uma vez que o canteiro de obra é repleto de maquinários pesados, trabalho em altura e objetos cortantes. Por isso, o seguro de obra acaba sendo essencial para esse setor.

Dessa maneira, a empresa fica protegida e menos vulnerável diante de muitas situações. Isso porque não existe controle sobre quando um problema irá acontecer. Sendo assim, mais do que a indenização, o valor do seguro está justamente na sensação de proteção da obra e das finanças.

Neste texto, você confere:

O que é seguro de obra?
O seguro de obra ajuda a recuperar o investimento feito na construção
Protege problemas recorrentes na obra
Evitar gastos adicionais
Protege terceiros por problemas na obra
Cobre mesmo após a entrega da obra
Seguro de obra – Baixo investimento
Para cumprir a legislação contrate um seguro de obra
Como contratar um seguro de obra?

O que é um seguro de obra?

Assim como outros seguros existentes como o de vida e de automóveis, o seguro de obra tem um objetivo principal. A proposta é basicamente servir como um recurso financeiro para cobrir prejuízos em casos eventuais como desastres naturais, acidentes de trabalho, dentre outros.

Esses prejuízos podem atingir e causar danos materiais, mas muitas vezes o suporte financeiro serve para ajudar os trabalhadores em casos de danos físicos. Dessa forma, forma, basta o contratante do seguro entrar em contato com a seguradora.

Ainda existem empresas que não querem investir em seguro de obra, contando que nunca vão precisar utilizar esse recurso. Afinal, esse é um tipo de investimento que você paga, mas torce para nunca precisar usar mesmo.

Entretanto, acaba sendo inviável investir em um projeto de obra que pode custar até milhões de reais, sem que exista uma proteção para imprevistos. Portanto, se você vai projetar uma obra já insira esse custo no seu planejamento considerando ainda toda a parte burocrática.

Entenda melhor todas as vantagens da contratação de seguro de obra abaixo:

O seguro de obra ajuda a recuperar o investimento feito na construção

Como já foi falado acima, a principal vantagem do seguro de obra é a proteção do investimento feito para a construção da obra até o momento em que o problema acontece.

Assim, caso o seguro cubra tal problema, muitas vezes a empresa consegue que a obra continue ou seja retomada de forma breve. Dessa maneira, os lucros do empreendimento tendem a ser mantidos, evitando prejuízos.

Ou seja, quando a empresa tem um seguro de obra bem estabelecido, ao invés de perder um empreendimento por completo diante de um imprevisto, ela consegue mantê-lo vivo.

Protege problemas recorrentes na obra

Cada tipo de seguro protege e cobre um conjunto de problemas específicos que são determinados no acordo entre contratante e contratado.

Para isso, a empresa normalmente deve fazer um estudo para entender quais são os principais problemas que podem aparecer e causar danos no canteiro de obras. Assim, alguns dos pontos mais frequentes no seguro de obras são:

  • Danos frutos de desastres naturais (chuvas, enchentes, ventos);
  • Erro no projeto construídos;
  • Problemas na execução da obra;
  • Falhas em equipamentos;
  • Roubo de materiais.

Evitar gastos adicionais

Além dos problemas que acontecem nas obras, o seguro também evita prejuízo com gastos adicionais. Ou seja, ao contratar o seguro, em caso de imprevistos, a empresa também poderá evitar, por exemplo, gastos:

  • com pagamento de indenização e multa por atraso e rescisão de contrato;
  • para fazer a correção de problemas anteriores, do terreno, por exemplo, que poderiam atrapalhar a obra;
  • para pagar advogados em algum tipo de processo que pode vir a acontecer.

Protege terceiros por problemas na obra

Indiretamente o seguro também protege outras pessoas, que muitas vezes não têm qualquer tipo de relação com a obra como vizinhos, além de parceiros comerciais e os funcionários colaboradores.

Pode existir uma situação em que a construção de um prédio pode provocar danos graves em construções de terrenos vizinhos, por exemplo. Isso acontece a partir de erros técnicos na hora da elaboração da obra. Um problemão não é mesmo?

Diante dessa situação, os proprietários desse terreno não podem sair no prejuízo, já que esse problema pode danificar o seu imóvel. Neste caso, a empresa teria que pagar todos os custos desse problema, certo?!

Porém, quando o seguro cobre esse aspecto, a despesa acaba não sendo da empresa e sim da seguradora. O que também evita que sua empresa possa sofrer e gastar também com processos judiciais, ou qualquer outra burocracia do tipo.

Cobre problemas mesmo após a entrega da obra

Após a finalização da obra alguns problemas podem surgir. Neste caso, identificando que o problema foi da construtora, é ela que fica responsável por encontrar soluções e consertar o erro.

Porém, quando o contrato de seguro cobre o pós-obra, a empresa pode ficar mais tranquila e seguir com outros projetos. Enquanto isso, a seguradora resolve as pendências que surgiram na construção.

Dessa forma, a empresa evita comprometimento e problemas com o fluxo de caixa, que poderia inclusive ter consequência em negócios futuros.

Seguro de obra - Baixo investimento

O valor do seguro representa normalmente uma porcentagem baixa se comparado ao valor gasto com toda a construção. Sendo assim, pode ser considerado um equívoco dizer que um seguro é caro, uma vez que ele costuma representar um valor entre 0,1% e 0,5% do valor orçado para a obra.

A empresa deve colocar na balança e perceber que qualquer problema dos que foram citados anteriormente, custaria um valor muito mais alto.

Para cumprir a legislação contrate um seguro de obra

O último item para explicar o porquê do seguro de obra é a legislação. A falta de seguro pode gerar implicações legais.

A lei exige que o seguro de obra seja contratado, tanto para proteger a empresa quanto para proteger os envolvidos, mesmo que indiretamente, no projeto. A não contratação do seguro é considera uma ação imprudente, que pode colocar a empresa em prejuízo com a justiça

Como contratar um seguro de obra?

Depois de entender a importância do seguro de obra é hora de fazer a contratação deste seguro.
Primeiro conheça os três tipos de seguros existentes no mercado, como é destacado no site do Sienge.

  1. Obras civis em construção: para danos durante a construção;
  2. Instalações e montagem: para problemas em reformas e instalações, como no caso de estandes temporários;
  3. Quebra de equipamentos: para problemas com equipamentos no canteiro de obras. As máquinas em questão podem ser tanto elétricas quanto eletrônicas.

Em seguida, sabendo ou não qual é o tipo de seguro que você precisa, procure um corretor que você confia. Assim, ele mesmo pode ajudar a definir qual seria a melhor opção de seguro para a sua empresa.

O próprio corretor pode também te ajudar a entender as regras da seguradora, as limitações, os diferenciais e como cada recurso pode ou não ajudar a sua empresa e todos os envolvidos em uma construção.

Na hora de fechar o negócio é importante considerar alguns fatores primordiais como a qualidade do atendimento da seguradora, o custo benefício do seguro e a estrutura de suporte oferecida pela seguradora.

A última etapa desse processo é a parte burocrática que existe em qualquer fechamento de negócio, que seria dar entrada na documentação exigida. Mas isso é muito mais simples do que muitos pensam, já que os documentos exigidos normalmente estão com o engenheiro da obra.

Essa documentação às vezes tem algumas variações de acordo com o tamanho da obra. Por exemplo, obras maiores costumam exigir memorial descritivo, projeto de obra e cronograma físico e financeiro.

Além da documentação, a seguradora pode também solicitar uma visita ao canteiro de obras para verificar se estão cumprindo com as regras da seguradora.

Ficou alguma dúvida sobre o assunto? Entre em contato conosco e acompanhe nosso conteúdo no instagram (@tcpsistemas).

Sustentabilidade na construção civil: saiba como aplicar!

Sustentabilidade na construção civil: saiba como aplicar

A Indústria da Construção é responsável por parte considerável da receita e da empregabilidade no país. Mas, além disso, ela movimenta e afeta diretamente várias frentes que têm impacto na qualidade de vida dos indivíduos. Um desses aspectos envolve a sustentabilidade na construção civil.

Se esse setor tem como responsabilidade construir os ambientes de vivência da população, o resultado disso e as formas de como as etapas são feitas precisam ser avaliadas.

Dessa maneira, ao analisar a indústria fica evidente que as suas práticas geram resíduos e poluição, o que prejudica o meio ambiente.

Para a indústria ser mais sustentável as formas de trabalho precisam ser revistas e é sobre isso que vamos tratar neste conteúdo.

Sendo assim, neste texto você confere:

Por que apoiar a sustentabilidade na construção civil?
Os critérios de sustentabilidade na construção civil
Como aplicar a sustentabilidade na construção civil?

Por que apoiar a sustentabilidade na construção civil?

A ação sustentável preza pelo cuidado e conservação diária tendo como enfoque a natureza. Na construção civil a sustentabilidade pretende preservar os danos ao meio ambiente, diminuindo o uso dos recursos não renováveis e repensando as práticas no canteiro de obras.

As três áreas da sustentabilidade (social, ambiental e econômica) devem ser trabalhadas de maneira integrada. Dessa forma, os impactos positivos começam a aparecer na natureza, na saúde e na sociedade em geral.

Afinal, se a indústria continuar da mesma forma, as consequências serão sentidas ao longo dos próximos anos.

A construção civil emite uma quantidade considerável de CO2 no mundo. Ou seja, o primeiro ponto que podemos considerar aqui é que, sem o cuidado adequado, esse mercado afeta a camada de ozônio e contribui para o aquecimento do planeta. Bem impactante, né?!

Além disso, o setor usa fontes não renováveis de forma constante, produz uma alta quantidade de resíduos e provoca muito desperdício quando não se utiliza das tecnologias corretas. Isso, justamente, porque as inovações no setor até crescem, mas em passos lentos.

Sendo assim, é urgente que as medidas sejam tomadas e a indústria da construção lidere o movimento sustentável. Essa já não pode mais ser uma escolha, mas sim uma exigência do mercado.

Ao repensar a eficiência dos seus empreendimentos e aplicando a sustentabilidade para além de um apelo comercial, as empresas podem, inclusive, melhorar a qualidade das entregas e aumentar a sua produtividade.

É comum que ao colocar em prática a ação sustentável o canteiro de obras tenha grande redução na produção de resíduos e elimine retrabalhos.
Assim, as medidas de sustentabilidade na construção civil contribuem para a preservação de recursos naturais. Além disso, insere um posicionamento de mercado que traz benefícios financeiros e atribui valor ao empreendimento.

Os critérios de sustentabilidade na construção civil

A sustentabilidade busca o consumo consciente de recursos não renováveis. Por isso, a sustentabilidade na construção civil gera impacto, uma vez que diminui o consumo de papel, o descarte de resíduos entulhos, além do reaproveitamento de materiais.

Mas como definir se uma obra está sendo, de fato, sustentável? No Brasil esses critérios são definidos a partir de alguns selos específicos.

  1. LEED: esse sistema padroniza, orienta, mensura, certifica e classifica Green Building. Ou seja, documenta as fases do projeto, construção e utiliza critérios de eficiência energética e de uso de água, materiais e recursos, inovação e processos, além da qualidade ambiental interna.
  2. AQUA: uma certificação que estabelece 14 critérios de análise que podem ser avaliados como “Bom”, “Superior” ou Excelente”. Tais critérios são divididos em quatro categorias (Eco-construção, Eco-gestão, Conforto e Saúde) responsáveis por avaliar não só a gestão ambiental, mas também as especificidades técnicas e arquitetônicas.
  3. PROCEL EDIFICA: criada pelo Ministérios de Minas e Energia e da Indústria e Comércio, essa certificação busca promover a racionalização da produção e do consumo de energia. Avaliada de maneiras distintas em edifícios comerciais e residenciais, a etiqueta é concedida na fase de projeto e após a construção.
  4. SELO CASA AZUL: o sistema da Caixa Econômica Federal classifica os projetos habitacionais sustentáveis do país a partir de 53 critérios divididos em seis categorias – Qualidade Urbana, Projeto e Conforto, Eficiência Energética, Conservação de Recursos Materiais, Gestão de água e Práticas Sociais.

Como aplicar a sustentabilidade na construção civil?

Em texto publicado no blog do Sienge, quatro pontos são destacados como forma de aplicar a sustentabilidade na construção civil: construção à seco, materiais de construção ecológico, iluminação e ventilação natural, controle de resíduos mais eficiente.

Construção à seco

O método da construção à seco é uma alternativa à alvenaria, sistema de construção mais usado no Brasil. Mas por que usar essa inovação ao invés do método mais tradicional?

Uma das grandes vantagens da construção à seco é, justamente, a sustentabilidade. Além disso, outros benefícios ajudam a tornar esse modelo de construção tão eficaz. Uma vez que proporciona um imóvel com mais conforto térmico e acústico, resistência e durabilidade da própria alvenaria.

Já falamos aqui sobre os diferentes métodos construtivos. Mas cabe destacar neste texto o Wood Frame e o Steel Frame, uma vez que esses métodos quase não gastam água e geram menos resíduos se comparado a alvenaria.

Outro ponto positivo desses modelos é a eficiência do consumo de energia durante a vida útil do imóvel. Assim, fica claro que as possibilidades de métodos construtivos que contribuem para a sustentabilidade na construção civil existem.

Dessa maneira, construir a seco é sinônimo de edificações de qualidade e de cuidado ao meio ambiente no período que antecede, no decorrer e de depois da obra.

Materiais de construção ecológicos

O uso de materiais de construção ecológicos é uma outra maneira de contribuir para a sustentabilidade na construção civil.

Atualmente existem muitas possibilidades sustentáveis que são capazes de evitar danos ao meio ambiente.

Os materiais ecológicos mais usados no mercado hoje em dia são: telhados verdes, cimento ecológico, madeiras de reflorestamento, piso intertravado e vidro inteligente.

Cada material contribui de uma maneira, possuindo objetivos sustentáveis diferentes. Dessa forma, as empresas podem aproveitar esses recursos para diminuir os problemas causados ao meio ambiente.

Para isso, elas contam com o uso de meios tecnológicos que proporcionam essas soluções, que conseguem ser sustentáveis, mas que também são acessíveis. Porque não adianta que os métodos sustentáveis possam ser utilizados apenas em projetos grandes e ricos.

Iluminação e ventilação natural

A forma como imóvel é projetado pelo arquiteto também influencia na sustentabilidade na construção civil. Especialmente quando há uso de tecnologias que apoiam a sustentabilidade como o BIM, o projeto arquitetônico já indica os meios de contribuição da obra nesse sentido.

A iluminação e a ventilação natural são os pilares da arquitetura inteligente e sustentável. Mas o próprio design e os materiais escolhidos para o projeto são importantes para a sustentabilidade.

Ou seja, nem sempre precisa-se de um gasto excessivo para ter uma edificação sustentável. Se um prédio comercial for construído com essa proposta de menos luz artificial ou ventilação a partir da eletricidade, os danos já serão reduzidos.

Controle de resíduos mais eficiente

O uso do método da construção à seco, assim como atualização dos materiais ecológico já podem diminuir os resíduos. Porém, outras metodologias também podem ser adotadas para alcançar esse objetivo.

Para controlar o uso de materiais que danificam o meio ambiente gerando resíduos, os gestores de obra precisam evitar o desperdício de materiais de construção. Esse é o passo importante

Outra possibilidade é a reciclagem dos resíduos para um outro fim, já que existem algumas alternativas interessantes para o uso desses resíduos que são produzidos no canteiro de obras. O Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (PGRCC) também ajuda a identificar soluções de reciclagem.

Sendo assim, sabendo dos problemas que a indústria causa ao meio ambiente e as formas sustentáveis de solução existentes até então, as empresas precisam colocar essas ações em prática em prol de uma sociedade mais verde. As técnicas sustentáveis são boas para todos os lados e para o planeta.

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Como fazer uma boa gestão de estoque de obra?

Como fazer uma boa gestão de estoque de obra

Você acha que as construtoras possuem facilidade em realizar a gestão de estoque de obra? A resposta para essa pergunta é não, afinal essas empresas enfrentam muitas dificuldades em gerenciar essa etapa que influencia diretamente na qualidade da entrega no canteiro de obras.

Sendo assim, você e a sua equipe precisam encontrar métodos que facilitem essa gestão. Com as ferramentas certas e com os processos delimitados, vocês irão conseguir colocar tudo em prática, o que consequentemente deve afetar positivamente os resultados

Neste texto você confere:

O papel e os pilares da gestão de estoque de obra.
Para uma boa gestão de estoque comece pelas medidas preventivas…
Pessoas, Materiais e Processos: pilares para uma boa gestão de estoque de obra
6 pontos para uma gestão de estoque de obras eficiente
Como colocar em prática…

O papel e os pilares da gestão de estoque de obra

O aumento da produtividade é sempre um objetivo na construção civil. Para cumprir com essa meta uma série de desafios precisam ser solucionados, entre eles o cuidado com o estoque do material no canteiro de obra.

Quando não há uma série de cuidados para ter a conservação adequada dos materiais utilizados, a tendência é que a entrega perca a qualidade. Isso porque a falta de um bom gerenciamento de estoque pode reduzir o ritmo, podendo atrasar todo o cronograma da obra.

Assim, outros problemas também acabam vindo junto, como o aumento de custos com mão de obra, licenças e materiais, além de problemas no fluxo de caixa e a insatisfação do cliente.

Porém, quando existe a gestão de estoque com uma atuação efetiva, a administração das obras flui bem. Assim, a empresa segue organizada e rendendo bons resultados. Ou seja, os preços, prazos e acordos se mantêm e ainda podem contribuir para gerar novos negócios.

Para uma boa gestão de estoque comece pelas medidas preventivas...

Antes de investir no controle dos materiais, faça um estudo preliminar para compreender como está funcionando a rotina dentro do canteiro de obra. Dessa maneira, você pode definir estratégias para que a própria rotina, assim como a locomoção e logística dos materiais e colaboradores funcione adequadamente.

Dessa forma, acaba sendo muito mais prático fazer a armazenagem, logística e o cronograma físico de cada edificação. É preciso compreender ainda, que para gerir o estoque, o cuidado com a estrutura é um ponto importante.

Ou seja, a determinação do local de armazenagem deve ser definida com antecedência. Assim, o espaço será preparado e coberto para evitar que os elementos da natureza como chuva, vento e sol danifiquem os insumos.

A soma do controle quantitativo e qualitativo dos materiais é o ideal para garantir a diminuição de gastos com perdas e furtos. Além de contribuir para que a entrega seja feita no prazo.

Todos esses aspectos podem ser bem realizados quando há um planejamento que antecede cada projeto, o que inclui analisar a quantidade de materiais que são necessários para cada etapa da construção. Uma gestão bem planejada normalmente funciona muito melhor.

Pessoas, Materiais e Processos: pilares para uma boa gestão de estoque de obra

  1. Pessoas: Para gerir estoque é preciso gerir pessoas, uma vez que elas passam diariamente por pressões e desafios. Mas além dos colaboradores, é preciso ter atenção ao lidar com fornecedores e entregadores. Ou seja, com os diversos indivíduos que participam, também indiretamente, da construção.
  2. Materiais: É necessário controlar a entrada e saída, logística e armazenagem dos materiais. Por isso, o responsável pela parte de estocagem deve conhecer cada material de forma específica. Dessa maneira, o colaborador consegue tomar as melhores decisões.
  3. Processos: Para lidar com os dois primeiros pilares é necessário estabelecer processos. Assim, criando métodos funcionais e identificando constantemente as suas falhas é possível gerenciar o estoque de forma efetiva.

6 pontos para uma gestão de estoque eficiente

Alguns processos que contribuem para eficiência da gestão de estoque são:

  • Descrição do material: descreve o que exatamente está sendo controlado para que todos os colaboradores que são parte do processo compreendam. Anote, inclusive, a unidade de cada coisa que foi estocada para conseguir controlar o quantitativo do material.
  • Controle de entrada e saída: Defina se irá controlar a quantidade de material que entra e sai da obra diariamente ou semanalmente. Entenda qual é a melhor forma para evitar tanto a falta quanto a sobra do material.
  • Monitore os dados: verifique sempre o horário de entrada e saída de veículos de carga e descarga. Assim, a equipe consegue entender esse processo, evitando desperdiçar tempo com transporte.
  • Estoque mínimo e máximo: busque identificar qual é o mínimo de estoque necessário para uma obra continuar com segurança e qual é o máximo que o espaço de estocagem suporta.
  • Tempo de reposição: identifique em quanto tempo é reposto cada item que sai do estoque.
  • Armazenagem: tente entender e estudar a melhor maneira de armazenar cada tipo de material, evitando perder e estragar propriedades.

Como colocar em prática...

Já falamos sobre os pilares e processos de gestão de estoque de obra. Agora é hora de tratar sobre alguns métodos que ajudam a colocar tudo isso em prática.

  • Planilha de controle de estoque: uma forma fácil de dar atenção ao financeiro, controlando as entradas e saídas de dinheiro relacionado aos materiais estocados, é através do uso de uma planilha de controle diário bem elaborada.
  • Avaliação de dados: para otimizar os processos é importante você fazer essa avaliação. Dessa maneira, você pode entender os padrões de acertos e erros que ocorrem na entrada e saída de materiais. Assim, caso seja necessário, você pode alterar os processos que não estão funcionando.
  • Integração da gestão de estoque com outras áreas:  A gestão de compras de suprimentos e o cuidado com a estocagem, por exemplo, estão diretamente relacionados. Portanto, busque uma plataforma eficiente de gestão integrada para construção civil e otimize os processos.
  • Inventário: ao listar os materiais e as suas especificações fica muito mais fácil melhorar o planejamento e controlar os materiais e os seus custos.

E aí, já sabe como fazer a estocagem dos insumos agora?

A gestão de estoque de obra é mais um método que ajuda a melhorar os resultados da sua empresa na indústria da construção civil. Para conhecer outras formas de melhorias clique aqui.

8 métodos construtivos que são tendências na indústria da construção

8 métodos construtivos que são tendências na indústria da construção

Antes de fazer uma obra é essencial conhecer os métodos construtivos, para que assim você consiga definir na etapa de planejamento de obras, qual é o melhor método para uma construção. Uma vez que essa escolha interfere no custo, tempo e aparência de uma edificação.

Mas se você não tem ideia de como funciona cada um desses métodos, preste atenção neste texto e confira:

O que são métodos construtivos?

Para compreender tais sistemas é importante definir o que é o conceito de “métodos construtivos” e como essa escolha interfere em diferentes níveis em uma obra.

Sendo assim, os métodos construtivos são um conjunto de técnicas e tecnologias usadas na construção de um edifício. Assim, o método se relaciona com a estrutura de uma casa, ou de um prédio, garantindo a sua sustentação.

Dessa maneira, obviamente, antes de escolher um sistema específico os profissionais responsáveis precisam estudar muitos aspectos da obra antes de definir o melhor método.

Em estudo preliminar, o engenheiro ou arquiteto costuma levar em consideração quais são as necessidades dos clientes. Além disso, deve identificar as interferências ambientais, o modo de construção, orçamento, tempo de obra e se existe mão de obra e materiais disponíveis.

Quando a escolha pelo método construtivo é assertiva a tendência é que o processo de construção seja mais simples, tendo ainda melhor controle de qualidade e reduzindo desperdícios. Ou seja, o custo benefício da obra costuma melhorar consideravelmente.

As técnicas mais utilizadas são: alvenaria tradicional, alvenaria estrutural, wood frame, steel frame, paredes de concreto, container e concreto PVC, mas existem outros modelos.

Alvenaria convencional ou de vedação

Dos métodos construtivos, esse é o mais usado no Brasil. Um sistema composto por estrutura feita por vigas, pilares e lajes em concreto armado moldado in loco.

Lembrando que a parede de alvenaria possui apenas função de vedação. Os blocos escolhidos podem ser de cerâmica, tijolo ecológico (alternativa mais sustentável) ou de concreto. Esse último possui espaço para instalações elétricas e hidráulicas, reduzindo desperdício no processo de quebra.

Os principais benefícios são:

  • Materiais encontrados com facilidade no Brasil com custo acessível;
  • Não necessita de mão de obra extremamente qualificada para a sua execução;
  • Grande flexibilidade, já que possibilita adaptação a diversos tipos de projetos e suporta grandes vãos;
  • Permite realização de reformas futuramente.

Alvenaria estrutural

Neste caso, os próprios blocos de alvenaria cumprem com o papel de empregar uma estrutura.

Com a necessidade da elaboração de um projeto detalhado e compatibilizado com o planejamento elétrico e com o hidrossanitário, o método precisa de uma boa execução com as paredes niveladas e no prumo. Por isso, a mão de obra precisa ser bem qualificada.

Diferente de outros métodos construtivos, a alvenaria estrutural limita as opções estéticas e reformas futuras. No entanto, apresenta outros benefícios como:

  • Evita desperdício de materiais;
  • Possibilita uma construção ágil e fácil;
  • Exige um número de profissionais reduzido;
  • Permite uma execução de qualidade;
  • Maior economia.

Parede de concreto

Para fazer as paredes de concreto armado, esse sistema utiliza vedação como estrutura. Assim, as paredes são concretadas a partir de formas de madeira ou metálicas, que auxiliam a montagem in loco.

É importante tomar cuidado com a escala do projeto, uma vez que esse método só é vantajoso em larga escala. Isso porque as formas metálicas ou de madeira possuem um custo alto.

Entre os benefícios estão:

  • Agilidade nos processos de construção;
  • Possui instalações elétricas e hidráulicas embutidas, evitando desperdício de materiais e retrabalhos;
  • Muita resistência ao fogo.

Pré-Fabricados em métodos construtivos

O método é caracterizado pelo uso de elementos pré-fabricados. Ou seja, que já saem das fábricas prontos e são montados no canteiro de obras. Mas apesar de parecer muito mais simples, o método também exige mão de obra qualificada e um bom planejamento de execução, além da proximidade das fábricas.

As vantagens são as seguintes:

Diminui o tempo de execução da obra;
Evita desperdício;
Reduz os custos.

Algumas tecnologias se destacam dentro desse método que preza pelo pré-fabricado como o Wood frame e o Steel frame.

Wood Frame

Ao utilizar esse método, você aposta no uso de perfis de madeiras, cobertos por certo sistema de contraventamento que é feito com chapas OBS, placas cimentícias ou drywall.

Esse método não é muito adequado ao Brasil, uma vez que o país possui um clima úmido. Sendo assim, para adaptar a madeira ao clima brasileiro é preciso fazer um tratamento no material, além de realizar manutenção com frequência.

  • Construção sustentável, com o uso de madeira de reflorestamento renovável;
  • Permite uma execução rápida;
  • Mais econômico;
  • Excelente desempenho térmico e acústico.

Steel Frame

Com uma proposta semelhante ao Wood Frame, esse método utiliza perfis de aço galvanizado para compor o esqueleto da estrutura, sendo fechado por placas cimentícias de madeira ou drywall.

Esse método não precisa de tanta manutenção como o anterior, mas a mão de obra para o uso e execução desse modelo deve ser qualificada. Além disso, esse método tem um custo mais variável, sendo difícil definir de maneira isolada se é mais barato ou caro que outros sistemas.

  • Agilidade na construção;
  • Redução do peso da estrutura;
  • Execução mais precisa;
  • Melhor isolamento térmico e acústico;
  • Reduz os custos

Concreto PVC

Esse sistema que também se baseia em uma construção modular é composto por painéis de PVC que formam as paredes. Isso tanto na parte estrutural quanto na etapa de acabamento dos ambientes.

Sendo assim, os painéis são fabricados e chegam prontos ao canteiro. Dessa maneira, o esqueleto da edificação é montado de acordo com que esses painéis vão se encaixando.

Em seguida, após a montagem, os componentes elétricos e hidráulicos são instalados. Depois basta fortalecer a estrutura. Assim, os painéis são preenchidos por concreto permitindo que a estrutura fique firme. As vantagens desse método construtivista são:

  • Não suja o canteiro de obra;
  • Evite que materiais sejam desperdiçados;
  • Construção rápida;
  • Exige uma mão de obra reduzida;
  • Bom isolamento térmico e acústico

Containers para métodos construtivos

Os containers também são uma opção de método pré-fabricado e modular. As caixas metálicas precisam passar por um processo que inclui serralheria, funilaria e pintura. Algumas vantagens do uso de containers para a construção de imóveis são:

  • Construção rápida que pode ser aliada a outros sistemas;
  • Método sustentável, uma vez que evita produção e descarte de resíduo;
  • Aparência moderna;
  • Redução dos custos;
  • Durabilidade.

Impressão 3D

Com alta tecnologia, esse método consiste no uso de máquinas que constroem uma edificação praticamente sozinha, a partir de um projeto detalhado.

Já existem casas construídas dessa maneira no Brasil , porém essa é mais uma promessa para o futuro do que uma realidade.

Maior agilidade nos processos
Evita geração de resíduos e desperdícios
Customização de projetos;

Deu para perceber que não existe apenas a possibilidade de construir um imóvel com tijolo e concreto. São diversas as possibilidades, que com suas vantagens e desvantagens são adequadas para cada obra.

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Contrato de empreitada e a Gestão de contratos de serviços na indústria da construção

Contrato de empreitada e a Gestão de contratos de serviços na indústria da construção

A criação de um contrato é um momento de grande responsabilidade em qualquer setor, e na construção civil não é diferente . Sendo assim, é comum que surjam dúvidas sobre como elaborar um contrato de empreitada, por exemplo.

Para evitar qualquer tipo de problema nesse processo, é muito importante contratar um profissional da área do direito e investir em ferramentas que contribuam para o controle desses contratos, como veremos aqui.

Neste texto você pode conferir:

Por que fazer um contrato de serviço na construção civil?
Como elaborar um bom contrato de serviço na construção civil?
As informações básicas de um contrato
A elaboração de um contrato de empreitada
O que deve ter no contrato de empreitada
A importância de uma mediação efetiva
Como o uso de uma ferramenta pode ajudar na elaboração de contrato de serviço na construção civil?

Por que fazer um contrato de serviço na construção civil?

Antes de responder o porquê, você precisa saber o que significa um contrato e levar a sério essa definição. Já que o objetivo deste documento legal é garantir que duas partes, sejam elas físicas ou jurídicas, tenham um vínculo de prestação de serviço.

No caso da indústria da construção, o Contratado garante a realização de uma obra, através de um serviço direto ou contratando terceirizados. Mas o importante é que sempre siga os desejos e as instruções feitas pelo Contratante.

Por fim, em meio a esse contrato se estabelece, também, uma remuneração feita pelo Contratante ao Contratado. Dessa forma, ao assinar o documento, configura-se uma relação financeira e de responsabilidade entre as partes.
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Como elaborar um bom contrato de serviço na construção civil?

Considerando que o contrato é um instrumento legal que leva a uma série de compromissos entre as partes, sobretudo no Contrato de Empreitada, é importante existir muito cuidado no momento da sua elaboração.

Dessa forma, se o contrato for bem escrito, todos saem ganhando. Assim, quando o documento não é detalhado, não prevendo as diferentes situações que podem ser envolvidas em certa contratação, surgem riscos, também, para ambas as partes.

Sendo assim, uma dica importante, que para alguns pode ser óbvia, mas nem sempre isso ocorre, seria a contratação de um advogado ou acessória jurídica. O profissional é um apoio fundamental para a elaboração de um contrato justo, capaz de preservar a equidade entre contratante e contratado.

As informações básicas de um contrato

Quando você utiliza uma plataforma para cadastrar um contrato, deve-se considerar o processo de controle de sistema, que tem relação com a prestação de serviços de um Empreiteiro. No entanto, essa também pode ser a ferramenta para controle do fornecimento de materiais.

Seja qual for a ferramenta ou modo que você utiliza para criar e controlar um contrato, existem alguns pontos essenciais que precisam ser identificados no documento. Sendo assim, elabore o seu contrato considerado os seguintes passos:

  1. Anote ou cadastre as informações básicas de Contrato. Ou seja, as datas do contrato, principalmente as datas base (para reajustes e análises financeiras, data de início e data de término). Tome cuidado para não elaborar medições fora do período estabelecido entre início e término do contrato;
  2. Saiba e informe os itens que serão controlados;
  3. Defina quais impostos são aplicáveis ao seu Contrato;
  4. Considere os Índices de Reajustes do Contrato. Essa é uma forma de assegurar que o valor acordado entre as partes, permaneça o mesmo durante a vigência do Contrato;
  5. Caso negocie algum sinal ou aditamento com o seu fornecedor, dialogue sobre isso e insira essa observação no Contrato;
  6. Negocie a caução ou Retenção, técnicas usadas para garantir o cumprimento do serviço prestado no Contrato. Dessa forma, também é possível ter uma reserva para eventuais ações trabalhistas no decorrer do processo;
  7. Leve em consideração os benefícios que o Faturamento Direto pode trazer ao seu Contrato. Assim, é possível evitar a contratação de alguns serviços que acarretam o aumento no peso dos impostos da prestação de serviços, como o ISS e o INSS.

A elaboração de um contrato de empreitada

Seguindo a conversa sobre contrato na indústria da construção, a proposta aqui é falar mais especificamente, de um tipo de contrato muito comum nesse universo, o contrato de empreiteiro, também conhecido como contrato de empreitada.

Esse é um documento assinado pelo empreiteiro, que garante a realização de uma obra a partir de um acordo financeiro com o Contratante. Neste caso, existe a possibilidade, da própria empreiteira realizar a obra, ou fazer a contratação de terceiros, tudo vai depender das orientações do gestor de obra.

De qualquer forma, nesse tipo de contratação, não há relação de subordinação. Ou seja, não existe vínculo trabalhista entre contratante e contratada.

Sendo assim, o contrato deve explicitar o Objeto de Contrato, que se refere ao que será construído. Tal elemento é definido após a criação de um projeto e de reuniões entre as partes envolvidas.

Assim como esse ponto, outros elementos são essenciais e devem aparecer estruturados como cláusulas no contrato de empreitada, como veremos a seguir:

O que deve ter no contrato de empreitada?

  • Objeto de contrato: responsável por indicar o que será executado (uma obra material ou prestação de serviço);
  • Partes envolvidas: para identificar quem é o Contratante e a Contratada (empresa física ou jurídica, legalmente autorizada a construir);
  • Documentos Contratuais: relatando quais são os documentos importante para que o Objeto do Contrato possa ser executado;
  • Obrigações Mútuas: devem ser definidas e identificadas;
  • Prazo e Força Maior: estabelece a data de conclusão do serviço e quais são as possíveis brechas de “atraso”, que não acarretam problemas ao Contratado;
  • Multas: indicam penalidade para o não cumprimento de obrigações presentes no Contrato;
  • Condições Comerciais: para identificar itens ligados ao pagamento e custeio da obra;
  • Fiscalização: ponto que permite ao Contratante enviar um fiscal para verificar os serviços;
  • Garantia dos Serviços e Responsabilidade: Garante a execução dos serviços, definindo responsabilidade técnica, civil e trabalhista;
  • Rescisão de Contrato: determina em quais condições o Contrato pode ser rescindido;
  • Tolerância: define em que termos as cláusulas e condições de Contrato podem ser descumpridas.
  • Vigência do Contrato: estabelece prazo de validade para o documento;
  • Foro Contratual: indica os espaços de anulação das questões contratuais.

A importância de uma medição efetiva

Após ter um contrato bem escrito e objetivo, surge uma outra necessidade. O registro da Medição busca coordenar o que já está estabelecido no Contrato, para que assim o pagamento do Empreiteiro possa ser liberado.

A plataforma do Sienge, a qual será assunto no próximo tópico, ajuda a efetivar o cumprimento do contrato e a realizar ajustes, a partir das Medições.

Sendo assim, tais mediações são realizadas de acordo com a produção do Empreiteiro ou com os valores fixos mensais. Além disso, é preciso definir como será a forma de medição, por parcela ou produção. Isso deve aparecer no Contrato, após a negociação com o Empreiteiro.

Seguindo duas etapas, esse processo se conclui ao medir os itens contratados, considerando os critérios de medição por: quantidade, percentual e valor monetário. Ambos os critérios irão resultar em um mesmo Valor Medido, mas a forma de liberação dos recursos indica o melhor método para entrada.

Além disso, a mediação se efetiva após a conferência da Nota Fiscal de Prestação de Serviço e a Totalização da Medição, evitando diferenças nas análises de cada área, ou seja, Engenharia, Suprimento e Financeiro.

De todo modo, a cada medição é importante exigir a Ficha de Verificação de Serviços. Documento que garante a aprovação da execução dos serviços realizados. Após essa verificação, o Contratante deve emitir a medição final e liberar a caução contratual. Assim, o contrato pode ser encerrado.

Como o uso de uma ferramenta pode ajudar na elaboração de contrato de empreita e outros serviços na construção civil?

O uso de uma plataforma online para Gestão de Contratos, confere segurança ao processo, uma vez que evita que medições sejam estabelecidas antes do início ou depois do término de vigência do contrato. Isso impede possíveis prejuízos e qualquer risco contratual.

O Sienge é uma plataforma que permite que a sua empresa contrate serviços e materiais de terceiros, ou seja contratada pela prestação de serviços ou fornecimento de materiais a uma Pessoa Física ou Jurídica. Isso tudo ocorre através do sistema de “Contratos e Medições”, presente no software ERP.

Dessa forma, o sistema ainda garante a realização do pagamento de acordo com o que é fornecido (serviço ou materiais).
Além desses aspectos, a plataforma classifica a situação dos contratos de três maneiras:

  1. Considerando os valores físicos e financeiros, ou seja, o Saldo Contratual. As situações podem ser identificadas como: pendente, parcialmente medido, totalmente medido, rescindido e concluído.
  2. Considerando a situação de autorização dos contratos: Reprovados e Não reprovados. Isso levando em conta os pontos técnicos e jurídicos dos Contratos.
  3. Considerando a consistência dos registros, uma vez que identifica a situação do preenchimento dos cadastros, sobretudo das informações obrigatórias, das seguintes formas: em inclusão, inconsistentes e consistentes.

Para finalizar esse conteúdo, é importante citar que com essa plataforma, você ainda pode adicionar ou excluir itens e quantidades de serviços ou materiais contatados. Conheça mais sobre esse sistema aqui.

Como aumentar a produtividade na Construção Civil?

Como aumentar a produtividade na Construção Civil?

Um dos principais objetivos dos profissionais que trabalham na Indústria da Construção civil é aumentar a produtividade no canteiro de obras.

Mas tratando-se de um setor extremamente complexo no que tange aos processos que fazem parte de uma obra, fica evidente que é preciso seguir alguns direcionamentos para que esse objetivo seja cumprido de forma eficiente.

A proposta deste texto é justamente apresentar os elementos essenciais para aumentar a produtividade durante o processo de construção de uma obra.

Dessa forma, abordaremos aqui os seguintes tópicos:

A importância da produtividade no canteiro de obra

O que está relacionado com a produtividade na construção civil?

Bom, a melhor maneira de entender isso é a partir da relação existente entre o que precisa ser construído e o período de tempo que se leva para finalizar essa construção.

No processo deste entendimento é comum que as pessoas até possam confundir os conceitos de produtividade e produção, por isso, é importante entender as diferenças existentes entre esses dois termos.

As diferenças entre produção e produtividade

O que é preciso ser levado em consideração é que o aumento de produção na construção civil está ligado majoritariamente a um aumento da mão de obra, compra de mais materiais e uso de mais ferramentas, o que consequentemente provoca um aumento dos custos.

Dessa forma, o objetivo do aumento de produção seria dar maior velocidade aos processos e tarefas que precisam ser realizadas para a conclusão da construção.

Sendo assim, é importante desconectar os dois conceitos, já que aumentar a produção não resulta necessariamente em um aumento de produtividade, pode inclusive, ter um efeito contrário.

Mas afinal, o que o aumento da produtividade no canteiro de obra tem como objetivo.

Por que aumentar a produtividade na construção civil ?

Para esclarecer esse ponto, é necessário entender que, por exemplo, se existe um trabalho X que precisa ser realizado em 8 horas, o que você pode fazer para conseguir esse resultado a partir do aumento de produtividade?

Os resultados de produtividade que serão avaliados serão os recursos que você utilizou para fazer esse trabalho no tempo determinado.

Assim, pode-se dizer que o aumentar a produtividade na construção civil está intimamente ligado com:

  • Diminuir a quantidade de operários no canteiro de obra;
  • Reduzir a utilização de diferentes recursos;
  • Otimizar o uso de máquinas e insumos;
  • Manter a produção sem gastos exagerados.

Para fazer uma avaliação adequada lembre-se que os resultados alcançados devem ser definidos em unidades como caixa, metro-quadrado, toneladas, litros e etc. já os recursos seriam os materiais, máquinas e funcionários, por exemplo.

Uma vez que você usa bem os recursos disponíveis, incluindo aqui, insumos, técnicas, meios de transporte, horário de trabalho, além dos que já foram citados acima, os resultados de produtividade também serão muito melhores.

Ou seja, no final das contas, quando existe a necessidade de finalizar uma entrega, ao invés de você aumentar o número de operários e equipamentos, o ideal é que você otimize os processos, aumentando assim, a produtividade.

Os fatores que afetam a produtividade na construção civil

Além da otimização dos processos, é necessário compreender que esse aumento da produtividade tem relação com a integração de pontos que contribuem efetivamente para a formação, movimentação e comercialização de certos produtos.

Assim, para entender profundamente o que afeta a produtividade é preciso ficar atento à certos elemento como:

  1. A metodologia de trabalho que é usada;
  2. As práticas gerenciais de controle utilizadas;
  3. Treinamento e capacitação dos profissionais;
  4. O uso de insumo;
  5. Configuração do canteiro de obras;
  6. A organização estrutural da empresa;
  7. O processo de produção
  8. Horário disponível e quebra de ritmo de produção do trabalho.

Para compreender a melhoria da produtividade é preciso ter como parâmetro valores de base para que seja possível comparar os resultados.

De forma geral, o grau de produtividade é o melhor indicador para medir o nível de eficiência e eficácia de um agente econômico, sendo esse, pessoa, empresa, país, cidade ou qualquer outro.

4 formas de aumentar a produtividade na Construção Civil

A partir do momento que você consegue entender o que é produtividade e os fatores que otimizam essa proposta, é preciso colocar isso em prática. Sendo assim, existem algumas maneiras estratégicas que contribuem para o aumento da produtividade na construção civil.
1- Planejamento da obra

Como já falamos aqui no blog, o planejamento é uma etapa essencial para obter resultados positivos com a realização de qualquer obra, uma vez que interfere no cumprimento de prazos e datas de realização da entrega.

Quando o planejamento é bem feito, fica mais fácil ter constância do ritmo de produtividade, o que inclusive evita atrasos. Ou seja, essa é a melhor forma de diminuir o tempo ocioso e os custos, podendo culminar no aumento de produtividade no canteiro de obra.

2- Orçamento de excelência

Para que o planejamento se cumpra é preciso orçar tudo de forma eficiente, para conseguir que os insumos e materiais sejam adquiridos na quantidade correta, além disso é importante que os equipamentos e ferramentas adequadas estejam à disposição para o uso.

Realizando o orçamento de maneira assertiva, a produção fica garantida e os gastos desnecessários e atrasos não se tornam um empecilho para entregar a obra no prazo.

3. Profissionais de qualidade

Escolher bons profissionais é essencial e exige atenção, sobretudo na hora de selecionar o mestre de obras, já que eles são os líderes que vão orientar na realização das tarefas da obra.

Dessa forma, permita que esse funcionário sempre saiba os prazos e outras informações de grande relevância sobre a data de entrega dos materiais e equipamentos. Assim ele consegue gerenciar de maneira mais efetiva, direcionando as atividades e a produtividade da obra.

4. Auxílio dos dispositivos móveis

Assim como em qualquer âmbito da vida, o uso de tecnologia e a praticidade dos dispositivos móveis contribuem para a resolução de problemas de forma rápida e prática na indústria da construção.

Existem diversos aplicativos e plataformas que contribuem para o sucesso dos processos na construção civil. Uma vez que os responsáveis pelo canteiro de obra possuem a possibilidade de acompanhar os gastos, prazos, planejamento e o andamento de cada etapa pelo seu dispositivo móvel.

Tendo maior controle sobre os serviços, as chances de atrasos e de outros erros diminuem consideravelmente, o que aumenta a produtividade no canteiro de obra.

Ferramentas que contribuem para o aumento da produtividade na Construção Civil

A tecnologia da informação pode ser considerada um aspecto extremamente relevante quando o tema é produtividade.

A informação é a principal matéria-prima para produzir e organizar os documentos, gerar conhecimento e executar tarefas. Sendo assim, para aumentar a produtividade é necessário ficar ligado ao fluxo de informação existente entre as equipes que fazem parte da realização do processo de construção.

Para evitar atrasos e retrabalhos por erros nesse fluxo, torna-se importante apostar em tecnologias inovadores para gerir o canteiro de obras, uma vez que os meios tradicionais não conseguem otimizar a troca de informação.

Soluções, como a ferramenta do Agilean, configuram a era do canteiro digital apresentando funcionalidades que também proporcionam o aumento da produtividade:

  • Planejamento rápido e intuitivo a partir da linha de balanço;
  • Eficiência da produção em tempo real;
  • Produção e qualidade alinhados;
  • Rastreio das equipes de trabalho;
  • Equipe de gestão de obra otimizada;
  • Apoio de consultoria especializada.

Dessa forma, os usos de ferramentas de inovações digitais contribuem para o aumento da produtividade no canteiro de obra. E você, já tem apostado nesse caminho para fazer uma boa gestão de obra?

Gestão de compras na construção civil: saiba como controlar a cadeia suprimentos no setor

Gestão de compras na construção civil: saiba como controlar a cadeia suprimentos no setor

Você sabe dizer qual é a importância da gestão de compras e suprimentos na construção civil?

Considerando que os suprimentos são essenciais para o setor, é de extrema importância que ocorra uma organização para controlar essas cadeias obtendo resultados positivos ao final do processo da construção de uma obra.

Parte desse controle de suprimentos, envolve a realização da gestão de compras.

Neste texto você vai conferir:

O que é Gestão de compras?
Gestão de compras na construção civil
Cadeia de suprimentos no setor da construção
As funções da gestão de compras na construção civil
Uma gestão de compras eficiente na construção civil: como escolher as melhores ferramentas

O que é Gestão de Compras?

De maneira geral, a gestão de compras é uma estratégia que precisa ser adotada para garantir a lucratividade e reduzir os custos.

Neste processo, algumas atividades que fazem parte da gestão são: verificação das credenciais dos fornecedores, investigação da qualidade dos materiais comprados e conferência dos custos, além disso, é preciso garantir que a entrega do material seja feita no prazo.

Gestão de Compras na Construção Civil

Na indústria da construção civil a gestão de compras, que é parte da gestão de suprimentos, é uma área estratégica dentro da construtora.

Esse é um ponto essencial para o sucesso da obra, uma vez que nesse setor a compra de suprimentos acontece a todo instante. Sendo assim, investir em uma gestão de qualidade garante:

  • A otimização da logística;
  • Redução dos custos;
  • Redução dos resíduos que são gerados;
  • Uma relação melhor com fornecedores;
  • Ganho de qualidade à obra como um todo.

Cadeia de suprimentos no setor da construção

Foi abordado que a gestão de compras inclui os suprimentos, mas você pode questionar, o que são considerados suprimentos na indústria da construção?

Neste caso, é importante incluir aqui todo e qualquer elemento que é parte da atividade de fabricação.

Assim, a matéria-prima é um tipo de suprimento, os equipamentos e peças são outros tipos e até mesmo a mão de obra pode ser incluída nesta classificação.

Pensando nesses elementos é possível citar vários exemplos aqui, como:

  • Cimento;
  • Aço;
  • Areia;
  • Agregados;
  • Portas, janelas e esquadrias;
  • Revestimentos;
  • Argamassa;
  • Coberturas;
  • Fôrmas e escoramentos;
  • Tratores, gruas, guindastes e elevadores;
  • Tintas;
  • Operários;
  • Projetos;
  • Tubos e conexões.

Os suprimentos contribuem para a organização das demandas de materiais e serviços, podendo aumentar o ganho com determinada obra.

No entanto, mais do que saber o que pode ser classificado como suprimento, é preciso se atentar ao funcionamento da cadeia de suprimentos.

Nesse sentido, deve-se considerar que essa cadeia é também logística. Dessa forma, ela é representada por um grupo de fornecedores responsáveis pelo atendimento das demandas da linha de produção.

O fato é que a cadeia de suprimento interfere diretamente na atividade econômica da empresa, controlando aspectos que incluem os fluxos de informação, finanças, serviços e bens, além da própria relação que ocorre entre as empresas.

Existem algumas fases que indicam o funcionamento adequado da gestão de suprimentos:

  1. Planejamento de oferta e previsão de demanda;
  2. Seleção e relacionamento com fornecedores;
  3. Fabricação;
  4. Armazenamento;
  5. Entrega;
  6. Assistência técnica e atendimento ao cliente.

Para otimizar a cadeia de suprimento é importante: mapear e monitorar os processos, compartilhar o seu gerenciamento, automatizar as cotações, integrar as equipes, valorizar parcerias e aumentar a previsibilidade.

As funções da gestão de compras na construção civil

As funções da gestão de compras na construção civi
As funções da gestão de compras na construção civi

Como vimos até aqui, na construção civil a parte de gestão de compras, vista de uma maneira ampla é chamada de cadeia suprimentos, já que inclui questões específicas do setor.

Para realizar a função da melhor maneira possível é importante ficar atento, entender se está pagando muito caro por um material e se está conseguindo controlar os atrasos, custos, qualidade e satisfação do cliente.

Dessa maneira, as funções do setor de suprimentos englobam: 

  • Fazer a aquisição do material;
  • Controlar a qualidade dos materiais e equipamentos que entram na obra;
  •  Gerenciar os custos e o estoque, considerando a Curva ABC dos materiais;
  • Estabelecer a manutenção dos dados dos fornecedores cadastrados;
  • Inspecionar o desempenho do fornecedor tanto no que tange a qualidade quanto a entrega;
  • Organizar a logística de transporte e entrega, considerando a parte de documentação, segurança, insumos, datas e até o recebimento físico na obra;
  • Armazenar e controlar o estoque.

Mas para gerenciar e compreender todos esse processo é preciso medir o desempenho.

5 Indicadores para medir desempenho da cadeia de suprimentos e gestão de compras

Afinal, como saber se os resultados batem com o que foi estrategicamente planejado?

Uma solução para responder essa pergunta é a utilização de KPIs, os chamados indicadores-chave de performance, para medir o desempenho do setor.

Neste caso, você pode identificar os índices desejados a partir dos seguintes KPIs:

  1. Custos dos suprimentos: para ter controle dos valores;
  2. Evolução dos preços: ajuda a programar o melhor momento para realização de uma compra;
  3. Saving: mostra se houve economia ao comparar os preços orçados e realizados;
  4. Lead time: realiza o monitoramento do tempo que leva entre o momento do pedido de compra e o atendimento;
  5. Entrega no prazo: indica o comprometimento dos fornecedores e a eficiência na entrega.

Uma gestão de compras eficiente na construção civil

Agora que já foi exposto vários pontos importantes da gestão de compras e da cadeia de suprimentos na construção civil, é hora de saber como fazer tudo isso da maneira mais eficiente.

Esse setor influencia em todos os processos do canteiro de obra, e para ter controle sobre ele, é necessário investir em ferramentas de apoio como o software ERP.

Como escolher uma ferramenta com módulo de suprimento?

Melhores ferramentas para a gestão de compras na construção civil
Melhores ferramentas para a gestão de compras na construção civil

Para escolher um ERP com módulo de suprimento é preciso considerar algumas funções fundamentais:

  • Precisa ser 100% online;
  • Específico para o setor da construção civil;
  • Existir integração entre os módulos;
  • Oferecer suporte;
  • Estar na nuvem;
  • Integração com a BIM;
  • Gerar relatórios.

O Sienge é uma excelente opção de ferramenta para esse fim, já que mais de 50% do uso desse software pode ser aplicado na parte de gerenciamento dos suprimentos e também nas contas a pagar e a receber.

Além disso, o módulo de Suprimentos integra de maneira eficiente com o módulo de Engenharia, nas partes de Orçamento e Planejamento, e com o módulo Financeiro. Assim como, o processo de Compras é bem integrado com as Contratações e a parte de controle de estoque.

Sendo assim, o módulo de Suprimentos do Sienge tem como características:

  1. Automatizar o que se desdobra do planejamento, notificando os responsáveis pelo sistema;
  2. Agiliza o processo de aprovação, uma vez que o envio é feito de forma automática;
  3. Acelera a parte de cotações de preços a partir do Portal do Fornecedor;
  4. Possibilitar maior controle dos contratos, além da evolução dos serviços que são prestados a partir de medições, já que todas as informações estão no plano financeiro;
  5. Controla automaticamente os estoques.

Enfim, investir em uma plataforma desse tipo é uma forma de aumentar o potencial de lucratividade do seu empreendimento e fortalecer a organização do seu negócio em vários níveis, inclusive na gestão de compras.

Planejamento em linha de balanço: quais os principais benefícios?

Planejamento em linha de balanço: quais os principais benefícios?

Precisa de uma técnica de planejamento e controle de prazo eficiente? A Linha de Balanço ajuda a organizar e planejar os locais de obra no tempo, permitindo uma visão ampla e simples do que está sendo executado e do que ainda será feito.

Essa técnica é muito utilizada na construção civil, especialmente em obras que possuem padrão de repetição.

Sendo assim, para entender os benefícios da elaboração de uma linha de balanço, capaz de garantir o sucesso da execução do seu empreendimento, acompanhe esse conteúdo até o final.

Neste texto você irá conferir os seguintes tópicos:

O que é linha de balanço?

O processo de controle de planejamento, conhecido como Linha de Balanço, foi criado na década de 1940 pelo Goodyear.

Com princípios similares ao do Lean Construction, uma vez que apresenta aspectos de uma construção enxuta e padronizada, a proposta dessa técnica de planejamento e controle de prazo, é oferecer informações que devem ser utilizadas com o intuito de melhorar a produtividade e ainda possibilitar que as tarefas no canteiro obra sejam executadas com qualidade. Assim, o engenheiro consegue ter uma visão melhor do processo de execução.

A relação estabelecida de forma gráfica no balanceamento em linha é construída a partir de dois eixos.

Enquanto no eixo “y” estão os locais de obra, ou seja, os pavimentos, casas, lotes e trechos, no eixo “x” segue o calendário de obras.

Gráfico planejamento em Linha de balanço

Dessa maneira, as atividades e serviços realizados ficam na junção dos eixos, o que forma um gráfico com inúmeras retas. Porém, além disso, o planejamento também pode ser detectado, especificamente, em um agrupamento de blocos capaz de determinar o tempo de duração de cada atividade, de acordo com a sua espessura.

A Linha de Balanço opera de maneira diferente de um simples diagrama de barras, uma vez que mostra o fluxo de produção através dos lotes de produção. Isso possibilita a percepção de possíveis choques entre as atividades programadas ao longo do tempo.

Se o gestor entende sobre o funcionamento desse recurso e quais são os benefícios que ele é capaz de oferecer, as chances de conseguir um resultado final positivo são muito maiores.

Os benefícios do planejamento em linha de balanço

O processo de acompanhamento bem estruturado é parte essencial de qualquer obra, certo?!

Sendo assim, uma forma de conseguir esse feito é adotando o planejamento em linha de balanço, já que esse método oferece diversos benefícios:

  • Permite a visualização do fluxo de trabalho do projeto, facilitando o planejamento da continuidade das atividades;
  • Possibilita entender a forma como está acontecendo o aproveitamento das equipes e os ritmos de produção das atividades, além de possíveis choques.
  • Oportuniza a troca de informações entre os gestores da obra e a mão de obra do canteiro;
  • Possibilita a visualização total dos serviços e evidencia as interferências;
  • Permite identificar quais unidades foram concluídas.

Além disso, esse do modo de planejamento propicia fazer correções para evitar problemas no cronograma, uma vez que possibilita identificar as falhas de forma clara. Assim, acaba gerando estabilidade na aplicação dos recursos, nivelando e balanceando a produção.

O balanceamento acontece quando há um deslocamento de uma reta. Ou seja, a partir do movimento da reta, seja para frente, ou para trás na linha do tempo, evitando assim, que ocorram interrupções.

Essa técnica serve de auxílio para ordenar as atividades, sobretudo em serviços em que existe uma relação de dependência, como é o caso das ações características da construção civil.

A importância da linha de balanço na Construção Civil

A construção Civil é um ramo repleto de ações complexas, uma vez que mistura diferentes tipos de mão de obra, inúmeros materiais e os mais diversos serviços e fornecedores.

Para corroborar as ações executadas é importante estabelecer estratégicas bem consolidadas. A técnica de planejamento em Linha de Balanço é um método que valoriza a otimização da produção da obra, a partir da visualização rápida e simples das informações que são importantes no gerenciamento, e também na execução do seu empreendimento.

Seja em obras de edificações e rodovias, em construção de casas projetadas para serem iguais, como em projetos do governo, ou em pavimentos de edifícios, a repetição é uma ação constante na indústria da construção.

Muitas vezes a repetição acontece em cada trecho de um trajeto, e quando você utiliza esse método, torna-se muito mais fácil compreender o que precisa ser feito em cada etapa e em cada lugar da obra. Quanto maior é o padrão de repetição mais eficaz torna-se esse método.

Gráfico colorido mostrando como funciona o planejamento em linha de balanço

 

As linhas de balanço indicam o ritmo de cada atividade, em qual ordem devem ser executadas, o que cada equipe faz em um período específico tempo, além de outras questões que ajudam na gestão da obra. Tudo a partir da inclinação da reta de cada serviço.

Sendo assim, aumenta a possibilidade de as decisões serem mais assertivas no âmbito do entendimento da necessidade de recursos, incluindo aqui material, financeiro e mão de obra, o que pode colaborar na gestão estratégica realizada.

O ideal é inserir informações que facilitem a noção das demandas que precisam ser executadas em um período específico de tempo. Assim, o método facilita a percepção e amplia a participação de todos que estão envolvidos na obra.

Ou seja, as equipes conseguem enxergar o cronograma de forma clara, percebendo o ritmo e também as necessidades que advêm de cada serviço. Isso favorece um trabalho fluido sem (ou com menos) atrasos e desperdícios.

Fundamentos básicos do método de planejamento balanceado

  1. Ritmo: encontre o ritmo adequado para uma equipe especializada fazer a entrega de uma unidade base (que pode ser o pavimento de um edifício, por exemplo).
  2. Fluxo contínuo: As atividades devem manter um fluxo de produção, evitando interrupções e desperdícios. Ou seja, a partir do momento que se estabelece um ritmo é preciso mantê-lo para ter controle dos fluxos das atividades.
  3. Repetições em série: Quanto mais se repete um serviço melhor se torna a sua ação prática, o que favorece o ganho de produtividade de profissionais e equipes. Essa ideia é característica do fordismo.

Como elaborar a linha de balanço do projeto?

  • Cada cor representa uma atividade a ser realizada;
  • O eixo vertical(y) representa o local em que cada atividade está acontecendo
  • O eixo horizontal(x) representa o tempo, que pode ser meses, semanas, dias ou o que faz mais sentido para um projeto em específico;
  • A1 = equipe 1 especializada em infraestrutura;
  • A2 = equipe 2;
  • B1 = equipe 1 especializada em alvenaria;
  • B2 = equipe 2 (e assim por diante).

Para montar uma boa linha de balanço é importante seguir algumas regras:

  1. Estabelecer quais são as atividades repetitivas;
  2. Definir a quantidade de atividades contínuas;
  3. Saber a mão-de-obra necessária para realizar um trabalho em um certo tempo;
  4. Entender o tempo de duração de cada atividade;
  5. Estabelece o funcionamento da montagem e sequenciamento das atividades;
  6. Definir o número de equipes necessário e a estratégia de execução;
  7. Determinar ritmos de execução, a partir do reconhecimento da duração total da obra (DT), da duração da unidade base (DU) e do número de unidades base (U).
    RITMO = DT – DU/ N-1

Ferramentas essenciais

Agora que você já sabe o que é e como aplicar o método de “Linha de Balanço”, é preciso entender e escolher qual é a forma de fazer isso.

É muito comum a utilização da planilha do Excel para planejar os cronogramas e tarefas em uma obra. No entanto, nem sempre essa é uma boa alternativa pois acaba gerando retrabalhos.

Uma opção interessante e eficaz é o Agilian – Aplicativo de Gestão Integrada Lean. Esse aplicativo foi o primeiro a apresentar o conceito de canteiro digital para a construção civil.

Uma moldura que funciona nessa ferramenta é o “Agilean Planner”, um software direcionado para o planejamento em linha de balanço, que possibilita ao gestor a visualização do fluxo e logística de produção de uma obra, assim como a elaboração de cronogramas e pacotes de trabalho.

Enfim, o uso de ferramentas intuitivas e eficazes contribuem para uma organização prática e rápida, em certa medida, do planejamento em linha de balanço. O que contribui para melhorar a produtividade e reduzir falhas, atrasos e desperdícios

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