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A abordagem Design Thinking na Construção Civil

O conceito “Design Thinking” tem sido muito comentado nos últimos tempos. Isso surge como resultado da tendência de inovação e personalização que o método representa trazendo aspectos específicos em cada mercado. Assim, o design thinking na construção civil será trabalhado de uma maneira específica.

A proposta é pensar de forma otimizada o fluxo de trabalho a partir de processos de formação de novas ideias. Neste texto, você vai entender como essas ideias são geradas no setor da construção civil. Continue lendo e descubra:

O que é design thinking?
A etapas do design thinking
Design Thinking na Construção Civil: saiba as vantagens
Como implementar o design thinking na Construção Civil?

O que é design thinking?

Você não acha que tudo funciona melhor quando os envolvidos em um processo participam das decisões? O Design Thinking surge para priorizar a colaboração e coparticipação na tomada de decisão de uma instituição/negócio.

Desse modo, torna-se mais fácil encontrar meios de inovar nos mais variados processos de uma organização, focando na produtividade e no consumidor final. Mas para isso é necessário conhecer suas necessidades e objetivos.

O Design Thinking foi introduzido no mundo na década de 1990 através da consultoria IDEO, que na época gerenciava empresas do Vale do Silício ao acompanhar o desenvolvimento de algumas delas.

A proposta do DT acredita que é preciso pensar além da “caixinha” e conduzir a gestão priorizando a inovação.

O método é atravessado por variáveis que podem incluir o modelo de gestão e o ambiente de trabalho, por exemplo. Ou seja, não há uma metodologia definida para todos os tipos de negócio.

Aliás, para ficar mais fácil de decifrar essa proposta, o melhor seria pensar o Design Thinking antes de tudo como abordagem. Dessa maneira, fica claro que a proposta não é aplicar uma fórmula. Não será indicado um caminho a partir de algo que é exato ou matemático, pois nesse caso, não é mesmo.

Também conhecido pela sigla DT, essa abordagem traz como perspectiva a busca pela efetivação de uma empatia máxima.

Por isso, o mapeamento e a possibilidade de misturar diferentes visões, experiências culturais e os processos inerentes a vida de cada indivíduo contribui para a ampliação da visão para identificar barreiras e gerar soluções viáveis.

Assim como outras estratégias de negócio, a abordagem do Design Thinking busca contribuir para a satisfação do cliente, seja ele interno ou externo. Alcançar esse feito implica em ter um profundo conhecimento sobre suas percepções sobre o mundo, seus desejos e necessidades.

Duas funções do Design Thinking

A abordagem do DT na maioria das vezes é utilizada para:

  1. Solução de problemas: Baixa produtividade interna, falta de comunicação entre os times e dificuldade em seguir o workflow são problemas constantes. Essas características fazem parte da rotina dos gestores, que podem ser solucionados com aplicação do DT, já que a proposta inclui a colaboração, o que resulta em um ambiente mais unificado.
  2. Criação de novos produtos e serviços: Tendo o auxílio de todos os envolvidos no processo, a tendência é que surjam um maior número de ideias a partir do brainstorming. Isso significa que o valor agregado e as chances de sucesso do empreendimento também devem aumentar.

As etapas do design thinking

Como já foi falado acima, não existe um modelo que funcione para todo e qualquer tipo de negócio, por isso a personalização é essencial. No entanto, existem algumas etapas que podem ser seguidas nesse processo.

  • Empatizar: se coloque no lugar do consumidor e busque entender suas questões focado em suas experiências emocionais. Mais do que um apartamento, o cliente que realizar o sonho da casa própria. Portanto, é preciso se concentrar na chave da questão. Por isso, pesquisas, entrevistas e feedbacks são importantes.
  • Definir: a partir dos insights que surgem das propostas criativas sugeridas, você precisará definir qual ideia é uma prioridade e organizar seus objetivos considerando isso. Nesse momento também serão definidas as necessidades do cliente que resultam em soluções inovadoras; quais os limites para uma construção inovadora e quais os principais problemas a serem solucionados.
  • Idealizar: momento de trazer as ideias para o papel e buscar as soluções mais inovadoras possíveis. Em um projeto arquitetônico, por exemplo, é importante que outros indivíduos participem da construção do desenho. Assim, ele pode oferecer novas ideias.
  • Prototipar: a criação de versões simplificadas do empreendimento que será executada é uma etapa importante do processo. Isso porque ao criar esse protótipo, você consegue compreender a viabilidade do projeto. Desse modo, a chance do seu projeto não sair como planejado é menor. A partir disso, você vai conseguir transformar seu produto em modelo.
  • Testar: a fase do teste é o momento em que o cliente tem o contato e pode analisar e formar opiniões sobre o produto final. Caso não agrade, tolere as falhas e retorne o projeto para o brainstorm e pense em melhorias. Se for aprovado é só seguir com a produção e celebrar.

Design Thinking na Construção Civil

Como foi abordado ao longo do texto, o DT se adapta aos mais diferentes mercados. Sendo assim, relacionar essa abordagem à Construção Civil é uma ação quase que natural, já que as situações que ocorrem nesse setor costumam ter gaps, e abordagens como essa é um meio de trazer soluções.

Em geral, o Design Thinking traz os seguintes benefícios para a Indústria da Construção e incorporadoras:

As vantagens do Design Thinking na Construção Civil

1- Priorização do cliente

A aplicação dessa abordagem permite que o foco seja a experiência do cliente.

Assim, você aumenta o seu conhecimento sobre o público e mercado, além de ficar por dentro das principais tendências da construção civil. Isso possibilita que a relevância da empresa seja cada vez mais significativa.

2- Otimização da comunicação

A realização de brainstorms e atividades em grupo evita ruído na comunicação entre os colaboradores, uma vez que todos têm acesso às informações.

Desse modo, todos também se sentem mais à vontade para contribuir com ideias, seja nos processos ou no desempenho. Gestão e operação ficam mais integradas, evitando desencontros de informação.

3-Redução de erros

As etapas de definição, idealização, protótipo e avaliação podem ser repetidas quantas vezes for necessário. Além disso, ainda conta com as impressões do público. Ou seja, as coisas não são feitas de forma acelerada, assim os erros tendem a diminuir.

4-Melhora o entendimento sobre pessoas e processos:

Permite que os colaboradores também se conheçam melhor através das reuniões colaborativas. O mesmo acontece com os processos, que se tornam mais simples e eficazes.

5- Multidisciplinaridade 

A proposta da cultura participativa resulta na multidisciplinaridade. Ou seja, os colaboradores passam a conhecer atividades que até então, não faziam parte de sua rotina a partir da gestão de processos.

Assim, novos talentos surgem em sua empresa, beneficiando os resultados da construtora.

6-Inovação 

O DT configura novas práticas na construção civil, já que o setor passa a reavaliar as formas de pensar e agir para ir além do mesmo.

7-Integração dos times

Pedreiro, engenheiros, arquitetos, mestres de obra e projetistas trabalham com os objetivos alinhados tendo reuniões cocriativas constantemente. Assim, a visão hierárquica tende a deixar de existir no canteiro de obra, o que resulta em vantagens como leveza na rotina de trabalho e aumento da produtividade.

Como implementar o design thinking na construção civil?

Para implementar o design thinking na construção civil é preciso identificar onde estão as oportunidades de inovação.

A realização da análise SWOT e benchmarking são estratégias válidas para conseguir compreender tais pontos. Pesquisas qualitativas também ajudam a indicar qual é a oportunidade que o mercado desenha para sua construtora.

Considerando as necessidades e a percepção de valor dos clientes, novos produtos e serviços também podem ser desenvolvidos para o setor da construção. Mas, antes é preciso testar as ideias que surgirem. A partir da resposta positiva do teste, basta fazer o lançamento.

Entendeu o potencial do Design Thinking? Esse é um assunto que é muito importante, se você quer que sua empresa cresça de forma constante.

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Customer Success nas incorporadoras: conheça as vantagens do uso desse método

Customer Success nas incorporadoras: conheça as vantagens do uso desse método

Você precisa ir além da venda do produto, você deve fazer clientes. Essa frase resume um pouco a importância do Customer Success nas incorporadoras, ou em qualquer outra área em que essa filosofia seja aplicada.

Ou seja, o primeiro passo para aplicar essa solução é compreender que o cliente é a parte mais importante de todo o processo comercial. Dessa maneira, o Customer Success ou CS surge, justamente, para entender as necessidades desse grupo de indivíduos tão importantes para o sucesso de uma empresa.

Desse modo, na jornada comercial da sua incorporadora coloque o cliente como foco de sua estratégia. Ele deve ser o protagonista, assim o imóvel recebe o papel de coadjuvante, neste caso. Mas um coadjuvante bem importante, vale frisar!

Neste texto, você confere:

O que é o Customer Success ?
As principais estratégias de CS
O Customer Success nas incorporadoras
Onboarding e Ongoing no mercado imobiliário

O que é o Customer Success ?

A estratégia corporativa que em português é conhecida como “Sucesso do Cliente” busca inserir um alto desempenho do consumidor a partir de serviços ou produtos de uma empresa.

Assim, o profissional que trabalha como CS tem o intuito de compreender as necessidades e os desafios que os clientes enfrentam antes, durante e depois da negociação. Apesar dessa ideia não ser tão nova assim, a filosofia só ganhou destaque no Brasil nos últimos anos.

A proposta do Customer Success começou a ser determinado por empresas de SaaS (Software as a Service), portanto pensado para o mercado B2B. No entanto, em pouco tempo foi possível perceber a sua força em outras áreas, inclusive sendo traduzido para o mercado B2C.

Desse modo, a partir da sua implantação a performance do consumidor melhorou consideravelmente. Isso porque a mediação é feita considerando empresa, solução e cliente.

Mas para tudo isso funcionar, o CS deve ser incorporado à cultura da empresa, não apenas ser um setor que atua de maneira isolada. Afinal, essa é a filosofia que vai garantir um bom atendimento e um alto aproveitamento partindo do novo consumidor digital.

Ou seja, essa é uma forma de prezar sempre pela atenção e pelo zelo. Dessa maneira, a empresa pode ter mais chances no mercado, a partir da maior fidelização do cliente. Isso até mesmo em mercados em que as compras não são constantes, como no caso da venda de imóveis.

As principais estratégias de CS

Um passo importante para pensar nas estratégias adequadas é a aplicação da filosofia do Customer Success em diferentes momentos.

Sendo assim, para entender as necessidades dos clientes e compreender quais são as possíveis soluções que podem ser aplicadas no atendimento, elabore questionamentos para toda a jornada.

  1. Na qualificação pergunte para si mesmo quais são os conteúdos mais essenciais para ajudar na jornada de compra do cliente;
  2. Durante a venda busque entender quais são as soluções mais rentáveis e positivas para o cliente. Além disso, tente compreender como o fechamento do contrato pode ser mais prático;
  3. Entenda no pós-venda, qual é a melhor forma de garantir que a experiência do cliente seja tão boa, a ponto de ele querer fazer novos negócios e indicar o seu trabalho.

Essa filosofia empresarial, importante para todo o processo comercial, deve ir além do departamento, atingindo outros setores da empresa.

A Venda Consultiva é uma metodologia que auxilia na estratégia de CS, uma vez que ela se baseia em ouvir os problemas do potencial comprador. Assim, um consultor escuta todos os pontos e sugere soluções práticas de auxílio.

Para realizar esse trabalho é essencial:

  • Pesquisar tudo sobre o cliente antes da reunião;
  • Catalogar as principais dores do cliente;
  • Oferecer boas soluções, indo além do de uma venda de interesse pessoal. Ou seja, quando necessário, aponte outros serviços e produtos que possam trazer soluções;
  • Ouvir todas as problemáticas do consumidor e encontrar meios de solucioná-las;
  • Mostrar os dados para comprovar que a solução é, de fato, eficiente.

O Customer Success nas incorporadoras

Para tratar sobre o CS dentro do mercado imobiliário é necessário entender que existem algumas variáveis, mas a filosofia no fundo é a mesma. A própria venda consultiva já vem sendo aplicada no setor.

As incorporadoras apostam na tentativa de oferecer máxima exclusividade aos clientes. A partir desse formato consultivo, os resultados já começam a aparecer.

Alguns pontos que todo CS deve aplicar ao trabalhar no mercado imobiliário, são os seguintes:

  1. Seja flexível, afinal você está lidando com pessoas em busca da realização de um sonho;
  2. Tenha disponibilidade, já que essa é uma forma de mostrar atenção e evidenciar a importância do cliente para a empresa;
  3. Demonstre interesse nas informações apresentadas pelo cliente e ouça todos os feedbacks que foram apontados. Neste caso, ouvir é entender e trazer soluções;
  4. Atenda com eficiência nos canais de contato oferecidos na negociação ou fechamento de contrato, seja em rede social, ligação, e-mail ou wpp;
  5. Anote tudo que aconteceu durante os contatos em meio a jornada de compra e demonstre conhecer a história e anseios dos clientes.

Onboarding e Ongoing no mercado imobiliário

Esses dois conceitos chave para a proposta do Customer Success também são importantes para a aplicação do método no mercado imobiliário.

Onboarding e Ongoing são propostas estruturadas para a venda de software. O primeiro é o passo inicial do pós-venda. Ou seja, quando a sua empresa deve inserir a plataforma a fim de fazer funcionar e solucionar os problemas dos clientes.

Essa é uma etapa que se configura para educar o cliente sobre como melhor usar a metodologia ou serviço a fim de garantir uma experiência qualificada que agregue valor.

No mercado imobiliário, é nesta etapa que ocorre a entrega das chaves. Mas é importante ir muito além disso para garantir um pós-venda bem realizado.

Desse modo, busque agregar valor ensinando o cliente sobre o funcionamento do imóvel adquirido. E mais do que isso, apresente o bairro em que o espaço está localizado e busque sanar todas as dúvidas sobre o empreendimento.

Após a implementação, inicia a segunda etapa de pós-venda, o Ongoing. Aqui, o profissional de CS deve garantir que tudo está ocorrendo bem para o cliente após a prestação do serviço. Ele deve se mostrar sempre disponível para ajudar.

Ou seja, responda as mensagens em que o cliente questiona sobre alguma dúvida a respeito do funcionamento do imóvel. Além disso, você pode enviar conteúdos que possam interessar o cliente, incluindo dicas de decoração ou como adquirir técnica de manutenção de casa nova.

Em resumo, a filosofia de Customer Success deveria ser uma prioridade de toda empresa, seja ela de pequeno, médio ou grande porte. O cliente deve ser sempre prioridade na condução do processo comercial, isso em qualquer setor.
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8 métodos construtivos que são tendências na indústria da construção

8 métodos construtivos que são tendências na indústria da construção

Antes de fazer uma obra é essencial conhecer os métodos construtivos, para que assim você consiga definir na etapa de planejamento de obras, qual é o melhor método para uma construção. Uma vez que essa escolha interfere no custo, tempo e aparência de uma edificação.

Mas se você não tem ideia de como funciona cada um desses métodos, preste atenção neste texto e confira:

O que são métodos construtivos?

Para compreender tais sistemas é importante definir o que é o conceito de “métodos construtivos” e como essa escolha interfere em diferentes níveis em uma obra.

Sendo assim, os métodos construtivos são um conjunto de técnicas e tecnologias usadas na construção de um edifício. Assim, o método se relaciona com a estrutura de uma casa, ou de um prédio, garantindo a sua sustentação.

Dessa maneira, obviamente, antes de escolher um sistema específico os profissionais responsáveis precisam estudar muitos aspectos da obra antes de definir o melhor método.

Em estudo preliminar, o engenheiro ou arquiteto costuma levar em consideração quais são as necessidades dos clientes. Além disso, deve identificar as interferências ambientais, o modo de construção, orçamento, tempo de obra e se existe mão de obra e materiais disponíveis.

Quando a escolha pelo método construtivo é assertiva a tendência é que o processo de construção seja mais simples, tendo ainda melhor controle de qualidade e reduzindo desperdícios. Ou seja, o custo benefício da obra costuma melhorar consideravelmente.

As técnicas mais utilizadas são: alvenaria tradicional, alvenaria estrutural, wood frame, steel frame, paredes de concreto, container e concreto PVC, mas existem outros modelos.

Alvenaria convencional ou de vedação

Dos métodos construtivos, esse é o mais usado no Brasil. Um sistema composto por estrutura feita por vigas, pilares e lajes em concreto armado moldado in loco.

Lembrando que a parede de alvenaria possui apenas função de vedação. Os blocos escolhidos podem ser de cerâmica, tijolo ecológico (alternativa mais sustentável) ou de concreto. Esse último possui espaço para instalações elétricas e hidráulicas, reduzindo desperdício no processo de quebra.

Os principais benefícios são:

  • Materiais encontrados com facilidade no Brasil com custo acessível;
  • Não necessita de mão de obra extremamente qualificada para a sua execução;
  • Grande flexibilidade, já que possibilita adaptação a diversos tipos de projetos e suporta grandes vãos;
  • Permite realização de reformas futuramente.

Alvenaria estrutural

Neste caso, os próprios blocos de alvenaria cumprem com o papel de empregar uma estrutura.

Com a necessidade da elaboração de um projeto detalhado e compatibilizado com o planejamento elétrico e com o hidrossanitário, o método precisa de uma boa execução com as paredes niveladas e no prumo. Por isso, a mão de obra precisa ser bem qualificada.

Diferente de outros métodos construtivos, a alvenaria estrutural limita as opções estéticas e reformas futuras. No entanto, apresenta outros benefícios como:

  • Evita desperdício de materiais;
  • Possibilita uma construção ágil e fácil;
  • Exige um número de profissionais reduzido;
  • Permite uma execução de qualidade;
  • Maior economia.

Parede de concreto

Para fazer as paredes de concreto armado, esse sistema utiliza vedação como estrutura. Assim, as paredes são concretadas a partir de formas de madeira ou metálicas, que auxiliam a montagem in loco.

É importante tomar cuidado com a escala do projeto, uma vez que esse método só é vantajoso em larga escala. Isso porque as formas metálicas ou de madeira possuem um custo alto.

Entre os benefícios estão:

  • Agilidade nos processos de construção;
  • Possui instalações elétricas e hidráulicas embutidas, evitando desperdício de materiais e retrabalhos;
  • Muita resistência ao fogo.

Pré-Fabricados em métodos construtivos

O método é caracterizado pelo uso de elementos pré-fabricados. Ou seja, que já saem das fábricas prontos e são montados no canteiro de obras. Mas apesar de parecer muito mais simples, o método também exige mão de obra qualificada e um bom planejamento de execução, além da proximidade das fábricas.

As vantagens são as seguintes:

Diminui o tempo de execução da obra;
Evita desperdício;
Reduz os custos.

Algumas tecnologias se destacam dentro desse método que preza pelo pré-fabricado como o Wood frame e o Steel frame.

Wood Frame

Ao utilizar esse método, você aposta no uso de perfis de madeiras, cobertos por certo sistema de contraventamento que é feito com chapas OBS, placas cimentícias ou drywall.

Esse método não é muito adequado ao Brasil, uma vez que o país possui um clima úmido. Sendo assim, para adaptar a madeira ao clima brasileiro é preciso fazer um tratamento no material, além de realizar manutenção com frequência.

  • Construção sustentável, com o uso de madeira de reflorestamento renovável;
  • Permite uma execução rápida;
  • Mais econômico;
  • Excelente desempenho térmico e acústico.

Steel Frame

Com uma proposta semelhante ao Wood Frame, esse método utiliza perfis de aço galvanizado para compor o esqueleto da estrutura, sendo fechado por placas cimentícias de madeira ou drywall.

Esse método não precisa de tanta manutenção como o anterior, mas a mão de obra para o uso e execução desse modelo deve ser qualificada. Além disso, esse método tem um custo mais variável, sendo difícil definir de maneira isolada se é mais barato ou caro que outros sistemas.

  • Agilidade na construção;
  • Redução do peso da estrutura;
  • Execução mais precisa;
  • Melhor isolamento térmico e acústico;
  • Reduz os custos

Concreto PVC

Esse sistema que também se baseia em uma construção modular é composto por painéis de PVC que formam as paredes. Isso tanto na parte estrutural quanto na etapa de acabamento dos ambientes.

Sendo assim, os painéis são fabricados e chegam prontos ao canteiro. Dessa maneira, o esqueleto da edificação é montado de acordo com que esses painéis vão se encaixando.

Em seguida, após a montagem, os componentes elétricos e hidráulicos são instalados. Depois basta fortalecer a estrutura. Assim, os painéis são preenchidos por concreto permitindo que a estrutura fique firme. As vantagens desse método construtivista são:

  • Não suja o canteiro de obra;
  • Evite que materiais sejam desperdiçados;
  • Construção rápida;
  • Exige uma mão de obra reduzida;
  • Bom isolamento térmico e acústico

Containers para métodos construtivos

Os containers também são uma opção de método pré-fabricado e modular. As caixas metálicas precisam passar por um processo que inclui serralheria, funilaria e pintura. Algumas vantagens do uso de containers para a construção de imóveis são:

  • Construção rápida que pode ser aliada a outros sistemas;
  • Método sustentável, uma vez que evita produção e descarte de resíduo;
  • Aparência moderna;
  • Redução dos custos;
  • Durabilidade.

Impressão 3D

Com alta tecnologia, esse método consiste no uso de máquinas que constroem uma edificação praticamente sozinha, a partir de um projeto detalhado.

Já existem casas construídas dessa maneira no Brasil , porém essa é mais uma promessa para o futuro do que uma realidade.

Maior agilidade nos processos
Evita geração de resíduos e desperdícios
Customização de projetos;

Deu para perceber que não existe apenas a possibilidade de construir um imóvel com tijolo e concreto. São diversas as possibilidades, que com suas vantagens e desvantagens são adequadas para cada obra.

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Por que e como criar relatórios customizados?

Por que e como criar relatórios customizados?

Vamos combinar que gerenciar um negócio não é uma tarefa fácil, não é mesmo?! Por isso, o uso de relatórios customizados e outras ferramentas são tão importantes, uma vez que permitem tomadas de decisões mais assertivas e seguras.

Sendo assim, a forma como os gestores avaliam as informações e indicadores, tendem a definir os rumos do gerenciamento.

Uma possibilidade interessante seria acompanhar esses dados através da criação de indicadores e gráficos próprios, a partir do uso de business intelligence em Planilhas e Excel como suporte de APIs (Interface de programação de aplicativo), além de diferentes fontes de dados.

Neste texto você confere:

O que são relatórios customizados?
Os benefícios do uso de relatórios customizados
A importância do Business Intelligence neste processo
Como produzir relatórios customizados

O que são relatórios customizados?

A produção de relatórios de desempenho, ou qualquer outro modelo deste tipo de documento tem como objetivo garantir que os stakeholders, ou seja, as pessoas envolvidas no projeto entendam as informações e consigam analisá-las. Porém nem sempre isso acontece.

É comum que existam dificuldades em interpretar essas informações, sobretudo porque os relatórios produzidos tendem a ser extensos e, consequentemente, improdutivos.

Dessa forma, é preciso recorrer a outros modelos de relatório que consigam incluir os KPIs (Key Performance Indicators) necessários, ao mesmo tempo que permita uma visualização clara dos números e resultados.

Pensando nisso, a proposta de customização torna-se interessante para otimizar o processo de análise das informações em diferentes setores.

Os benefícios do uso de relatórios customizados

Quando o gestor conhece bem os projetos do seu setor fica fácil criar esses relatórios adaptados, pensados para avaliar indicadores específicos, alcançando, assim, diversos benefícios para a empresa.

  • Avaliam os indicadores de forma mais assertiva, com o enfoque voltado paraquestões específicas;
  • Permite que as equipes consigam avaliar os resultados financeiros, além do desempenho e efetividade dos processos;
  • Contribui para uma avaliação de gestão de pessoas através de indicadores e metas;
  • Analisa o grau de produtividade das equipes por meio de elementos visuais;
  • Equipara dados de produtividade e financeiro, indicando os níveis de produtividade de cada setor da empresa;
  • Reduz os riscos da empresa, a partir de tomadas de decisão preventivas baseadas em dados customizados;
  • Pode diminuir o tempo de treinamento dos profissionais, uma vez que os dados
    do setor estão mais claros;
  • O foco no desempenho permite maior alinhamento entre os setores da empresa, buscando atingir um único objetivo;
  • Identifica as principais oportunidades para a empresa.

A importância do Businees Intelligence neste processo

O Businesse Intelligence, ou BI, ou Inteligência de Negócios é justamente uma maneira de gerir uma empresa a partir de dados inteligentes, ou seja, vai muito além de uma ferramenta, sendo considerado um conceito.

A aplicação de relatórios customizados está inserida neste conceito, uma vez que essa é uma forma inteligente, estruturada e prática de conduzir as decisões baseadas em dados precisos. Dessa forma, esse é um BI indicado para nortear decisões importantes das empresas.

É importante ressaltar que os departamentos precisam de indicadores de BI específicos, variando ainda, de acordo com o tipo de gestão referenciada.

Além disso, cada setor empresarial necessita entender as especificidades do mercado. No caso da indústria da construção, existe um mercado extremamente competitivo, assim é preciso aprimorar os processos para obtenção, organização e visões estratégicas com a Inteligência de Negócio.

Como produzir relatórios customizados?

Agora que você já entende o que é e quais os benefícios da aplicação de relatórios customizados, é hora de saber como botar isso em prática.

Um passo importante para a criação de relatórios customizados é a contratação de um software ERP, capaz de realizar recursos personalizados, se adequando, assim, às necessidades do seu negócio. Ou seja, escolha um sistema que seja vantajoso para a sua empresa.

No tutorial produzido pelo SIENGE a customização dos relatórios se efetiva a partir de três macro etapas.

1. Coleta ou Extração de Dados

Considerando que os dados são a “matéria-prima” dos painéis de indicadores, a coleta ou extração de dados ocupa o espaço de principal atividade na tarefa de criação de relatórios customizáveis.

Alguns exemplos de dados que são gerados a partir de diferentes fontes são: Dados Sociais, Dados Corporativos e Dados de Dispositivos.

Os dados corporativos, presente em todo tipo de empresa em planilhas ou sistemas de gestão de diferentes departamentos, pode ser customizado através da busca por APIs em um sistema de gestão

O Sienge Plataforma, por exemplo, é um sistema de gestão que disponibiliza inúmeros tipos de APIs, que podem criar muitos relatórios customizáveis, podendo conectá-lo em qualquer outra API encontrada online. Por isso, é importante conferir na plataforma todas as possibilidades disponíveis.

Além disso, para utilizar as APIs você terá que realizar a autenticação para obter os dados de acesso. Também é preciso montar uma base URL e seguir outros passos importantes para que seja possível, assim, estabelecer filtros e conseguir acessar dados da resposta da API.

2. Organizar e estruturar os dados

A partir do momento que você teve acesso e coletou os dados, é preciso estruturar e organizar tudo nas planilhas para iniciar a criação dos relatórios. Isso é importante, inclusive quando você trabalha os dados direto do excel.

Para realizar essa estruturação é necessário criar um projeto no Microsoft Excel e conectá-lo à fonte de dados da API. O indicado é que essa fonte de dados seja um servidor da internet.

Ao visualizar os dados obtidos no centro da planilha, chega hora de preparar os dados coletados, convertendo em tabela.

3. Criar tabelas e gráficos dinâmicos

Chegou hora de utilizar os dados coletados de uma ou até mais fontes, para criar tabelas e gráficos dinâmicos no programa. Os próprios recursos do Excel ajudam a atualizar os dados. São muitas as possibilidades de relatórios e gráficos em que a tabela dinâmica pode ser montada.

O Gráfico dinâmico do Excel permite ainda atualização e sincronização de dados, ou seja, você pode montar a estrutura de dados e ao mesmo tempo a mantém atualizada, sem precisar refazer cada passo.

Após essa ação, basta utilizar o recurso de uma plataforma que possui Business Intelligence para criar os relatórios customizáveis.

Com o Sienge Plataforma você terá muitas possibilidades para produzir gráficos e relatórios utilizando as APIs do software, assim como em outras ferramentas para tratamentos de dados em BI, como o próprio Excel e o Google Data Studio.

Ficou interessado e pretende otimizar processos da sua empresa utilizando relatórios customizados. Então, entre em contato com os nossos consultores clicando aqui.